Que diferenza hai entre
o ‘nh’ o ‘L’ e… ‘O Pedo’?

13/Setembro/2009

Os que se dedican a facer pintadiñas nos letreiros poden estar orgullosos. Tanto os que cambian “A Coruña” por “Corunha” coma os que lle engaden o “La” ao comezo. Xurdiu unha variante simpaticona. Adaptar os topónimos para facelos máis “graciosos”. O exemplo é este “Pedo” encontrado nunha estrada próxima á Pobra do Caramiñal (Caraminhal, en reintegrata; Puebla, en chapurrado).

E pregunto: hai diferenza entre aportuguesar, castelanizar e simpaticonizar os letreiros?

Artigo gardado en: lingua, reintegratas

22 comentarios Deixa o teu comentario

  • 1. alema  |  13/Setembro/2009 at 12:40

    non é o único caso

    chaín
    converteuse por obra mestra simpaticona e ridiculista
    en chaina town

    http://www.lavozdegalicia.com/vigo/2009/09/09/0003_7958566.htm

  • 2. alema  |  13/Setembro/2009 at 13:45

    despois de moito darlle voltas ao asunto
    descubro que
    O PEDO
    en orixe era
    CORRUBEDO

    :O estou escandalizado

  • 3. Mariñá  |  13/Setembro/2009 at 20:54

    A diferenza está en que simpaticonizadores exixen un maior exercicio intelectual. Se non o dis, non saco de “O Pedo” Corrubedo na vida. O mesmo, digo, para uns turistas que vaian coñecer o faro ou as dunas. Tampouco acabo de entender o chiste de “Olleipos” por “Oleiros”.

  • 4. one2  |  14/Setembro/2009 at 3:42

    Si

  • 5. Galeguzo  |  14/Setembro/2009 at 9:29

    Alema, porque usas o termo despectivo “aportuguesar” quando o que queres dizer é “galeguizar” ;-)?

    Enquanto existam barbaridades como “Zas” ou “Pobra”, que nenhum filólogo sério defende (pergunta polo ILG), será necessário galeguizar.

    Outra cousa é isso de “simpaticonizar” [sic], que para mim sim é amostra de vandalismo. Porque um letreiro ponha LARAÑO ou LARANHO sabes onde estás, agora, se põe só RAÑO… vai ser que não.

  • 6. bertus  |  14/Setembro/2009 at 17:50

    Eu vin en MARROZOS un que semellaba cambiado por MARROCOS, pero outro día fixéime máis atentamente e vinlle a cedilla case imperceptible ao Ç. Tamén habería que falar da chambonada que resulta dos moitos destes actos, que coma no caso de MARROZOS o resulado da acción lusista é o mesmo ca o da acción simpaticona.

  • 7. Galeguzo  |  15/Setembro/2009 at 10:42

    #6 Neste caso a acção ‘lusista’ é devolver o topónimo à sua forma original, MARROÇOS. E neste caso não há discussão possível, porque vem amplamente documentado no TeMILGa

    Item mando a santa maria ::::::lla e a sam Pedro de marroços e a santa oufemea senllos moravedis.

    [1340 - 1349]

    … que para elo per min foy asignado, presente Juan de Marroços, vesino da çidade de Santiago, en nome do dito …

    [1421]

    Afonso Fernandes de Vamela, mercador; e Fernã de Loureda, home de pẽe do señor arçobispo de Santiago, e Jácome de Marroços, criado do dito Fernã Rraposo, e outros.

    [1457]

    Etc.

  • 8. bertus  |  15/Setembro/2009 at 15:47

    Neste caso unha chambonada en toda regra.
    Para orixiais xa tedes Sangenjo, Feijoo, Rajoy, etc.; estes dous cos que compartes a mesma orixe no autoodio.

  • 9. Galeguzo  |  15/Setembro/2009 at 19:47

    #8 Eu não tenho culpa de que sejas um analfabeto (http://estraviz.org/analfabeto “O que ignora o alfabeto”).

    Sangenjo, Feijoo ou Rajoy são perfeitamente galegos, se bem preferíveis as grafias São/Sam Genjo, Feijó e Rajoi. E isso não tem nada a ver com auto-ódio. O problema é de quem movidos polo preconceito castelhano não sabeis pronunciar o J.

  • 10. bertus  |  15/Setembro/2009 at 22:03

    Vexo que a túa pericia dialéctica non mellorou moito neste verán…
    Polo menos alema deixa opinar a casposos coma ti no seu blogue e non practica a censura.

  • 11. bertus  |  15/Setembro/2009 at 22:12

    Casposo: que ten moita caspa.
    Dic. Ir indo.

  • 12. Jo  |  15/Setembro/2009 at 22:27

    “hai diferenza entre aportuguesar, castelanizar e simpaticonizar os letreiros? ”

    Uma pergunta que auto-define.

  • 13. Galeguzo  |  15/Setembro/2009 at 23:16

    Tampouco melhorou a tua dialéctica, Bertus, tirando da falácia do auto-ódio ao te veres sem argumentos. És um ágrafo em galego e fica evidenciado, quase tanto como as tuas carências discursivas.

    Tu continua na tua linha de dividir e de fazer o jogo súcio do espanholismo.

    Beijinhos ;)

  • 14. bertus  |  16/Setembro/2009 at 0:37

    Ben, parece que progresas do “e ti máis” ao ” e ti tamén”. Algo é algo.
    Xa tes demostrado autoodio abondo e xa cho teño explicado e argumentado. Igual a capa de caspa é o que che impide a comprensión. Se queres, explícocho cando cambies de xampú…

  • 15. Galeguzo  |  16/Setembro/2009 at 9:40

    #14 E onde se supõe que demonstrei eu algum auto-ódio, senhorito? Eu uso H&S, contra HIPÓCRITAS e SPANIATORS ;)

    Tu, ponta de lança do espanholismo reaccionário, de pouco podes presumir. O meu compromisso com o país e com a língua é inquebrantável, e nenhum paifoco pode arrebatar-me isso.

    Beijocas como minhocas.

  • 16. bertus  |  16/Setembro/2009 at 12:10

    Parece que agora te volves regresivo e tornas co “e ti máis”. Aínda que abondo máis bocapodre. Vese que as verdades doen.
    Estás carregado de preconceptos contra o galego (non moi distintos do españolismo, cando non os mesmos) e contra a súa literatura a partir do Rexurdimento.
    H&S, polo que se ve, non é eficaz. Mais tampouco considero que sexas hipócrita, penso que simplemente cres como reais as túas fantasías e fetiches froito da ideoloxía.
    En fin, dicía que o Ç que se lle superpuxo con grafiti ao Z de MARROZOS parece un C…

  • 17. Galeguzo  |  16/Setembro/2009 at 12:39

    #16 Verdades? XD XD XD XD

    Eu não tenho qualquer preconceito contra o galego porque sou GALEGO-FALANTE e, mais concretamente, PALEO-FALANTE, e de várias gerações, por sinal. E levo vários anos a militar em diferentes organizações que propugnam não só a normalização linguística, mas a HEGEMONIA DO GALEGO na Galiza.

    O único espanholista aqui és tu, o único cujos argumentos coincidem ao 100% com os do espanholismo, desde a consideração do galego como língua regional à justificação da ortografia do espanhol para o galego, a negação de toda a literatura anterior aos últimos 200 anos, a ruptura dos vínculos lusófonos, o esquecimento propositado da ortografia real do galego, a adequação língua falada=língua escrita e um longo etc.

    Enfim, eu não quero ter nada a ver com alguém com uma linha discursiva tão pobre, com recorrentes tautologias e reduções ao absurdo.

    Agradeço ao Alema que me tenha dado a oportunidade de me exprimir aqui em liberdade, mas não tenho porque aturar que os meus comentários, sempre argumentados (as mais das vezes, com fontes e todo tipo de documentos acessíveis para todo o mundo), se misturem com a tua miséria intelectual.

    É por isso que não vou voltar comentar aqui em muito tempo, porque vê-se que cada comentário meu, mesmo quando não cedo à provocação, é alimento para o troll.

    Porque pode-se discrepar dos posicionamentos, mas não como fazes tu, que é constantemente atacar, dividir, procurar um inimigo em quem deve ser um aliado. Com gente como tu, obviamente, não se pode trabalhar, porque sois dos isolacionistas radicais que só fazeis o jogo súcio do espanholismo.

    Contrariamente a ti, só trato com galegos comprometidos. Comprometidos com a língua e com o país. E nunca lhes pedi certidões de galeguidade, nem muito menos deixei de tratar com eles pola sua escolha ortográfica, muitas vezes divergente da minha. Porque é possível dar com pontos de encontro, mádia leva!

    Reflecte, pois sobre a tua atitude, se pensas que atacar a todo aquele que discorde de ti por cousas tão banais merece a pena. Desde logo quem assim pense fraco favor faz ao nosso idioma.

    Saúde, Alema.

  • 18. bertus  |  16/Setembro/2009 at 13:33

    Toda esa inxente acumulación de verbas para volver dicir, en síntese, “e ti máis”.

    Así que ti a tes máis grande e podes presumir? Non che vou contar a miña vida porque non me interesa o deporte nacional español (quen a ten máis grande?) como para dar gusto a túa perversidade, dándoche o xogo no espectáculo que estás a dar.

    Moitas parvadas soltas rapaz. A min gústanme moito os cancioneiros e tamén algunha literatura galega moderna que é tan universal como calquera (si, meu rei, xa cho dixen: sóbranche preconceptos. Es ti quen considera, acábalo de demostrar, co españolismo, o galego moderno dialecto do español e “rexional”. Castelao refuta estes argumentos de intelectuais españolistas do seu tempo no Sempre en Galiza, é precisamente aí onde di que o galego é pai do portugués).

    E vai lavar a boca, que a tes podre.

  • 19. Prosciutto  |  16/Setembro/2009 at 18:19

    A sinalizaçom serve, sobretodo, para indicar e ajudar as persoas que nom conhecem o caminho. Todo o que for alterar a sinalizaçom pública é, na minha opiniom, vandalismo. Eu podo simpatizar com algumas das pintadas, pero nom deixam de constituir um delito. Gostemos ou nom, a lei di-o bem clarinho. Penso que hai outras maneiras de reclamar a mudanza dos topónimos. Está claro que aos reintegratas nom nos vam fazer caso porque é uma opçom minoritária, pero isso nom justifica, na minha opiniom, a vulneraçom da legalidade. Nom podemos reclamar que se cumpra a Lei de Normalizaçom para umas cousas e para outras vulnerá-la: isso só desacredita o reintegracionismo. Creio que o que hai que fazer é usarmos as vias legais e democráticas, teimando sem render-nos e usando o máximo a imaginaçom, que nom deixa de ser uma parte importante da inteligência.

    O mesmo penso dos símbolos franquistas. A via correta, para mim, é conseguirmos que se aprovem leis e resoluções que as retirem.

  • 20. alema  |  16/Setembro/2009 at 18:28

    plas plas plas plas a prosciutto!!!!

  • 21. SukSuk  |  21/Setembro/2009 at 4:09

    Não sei que graça lhe encontra Alema a “O PEDO”. Isso só parece deturpação e “simpatiquismo” desde uma visão ESPANHOLISTA do idioma, na qual tudo vale, e até “o pedo” ou “el peido” podem ser vistas como construções galegas.

    Embora Alema não goste, a Prova Lusista não falha: Pergunte-se a uma pessoa portuguesa se “O PEDO” lhe parece simpático, e responderá “????? Por que deveria?”. Se felizmente a pessoa portuguesa não sabe espanhol, parecer-lhe-á tão vazio e incomprensível como “A MEDA”, ou “OLEIPOS”.

    Mas é curioso que Alema nem comente o facto de “O PEDO” não ser galego. Chama isto “simpaticonizar”, em lugar de castelhanizar. E não lhe chama a atenção que, quem alterou o sinal, na realidade já tem na cabeça uma bilíngua, o galenhol. A Alema isto passa-lhe despercebido. Por que será? Eu acho que é por Bilinguismo Cordial, porque ele tem o mesmo tipo de bilíngua na cabeça.

  • 22. Portugaliza  |  30/Outubro/2009 at 11:59

    Nora-boa pelo blog, ainda agora é que entrei de casualidade e cheguei a este apartado… sobre o que escolho a cegueira e não ver o que há escrito, embora respeite a maioria das opiniões não concordo, nem tenho por que concordar… obviamente !!. como podeis ver eu também não sou dos que escrevem tudo com B… porque assim é como soa ao falar… e embora seja “seseiante” de nascimento linguístico também não escrevo tudo com S … nem troço de quem não “seseia” ou “tacho” de espanholista por pronunciar um som reconhecível internacionalmente como Castelhano… para mim, e com a actual situação linguística, são lutas internas de mentes colonizadas.
    De novo…. parabéns
    Saudos

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