Nin ‘lusofonía’ nin ‘lusófono’ son palabras ‘oficiais’ en galego nin están no Estraviz
19/Agosto/2009
Con sorpresa e tras un convite de Mourullo comprobo que no VOLGa (o Vocabulario Ortográfico da Lingua Galega) da RAG (Real Academia) non aparecen dúas palabras imprescindibles en todo debate normativista: ‘lusofonía’ e ‘lusófono’. Só figuran ‘lusismo’ e ‘lusista’. E tamén ‘anglófono’ e ‘francófono’, pero ‘lusófono’ non.
COMO É POSIBLE QUE A LUSOFONÍA NON EXISTA NO GALEGO OFICIAL!!!???
E eu que son ben lusófilo -outra palabra que non aparece no VOLGa- sumareime a toda campaña que loite pola incorporación de ‘lusofonía’ e ‘lusófono’ (xunto co ‘bueno’, claro) no dicionario da Real Academia. Dígoo máis ben para matar tres paxaros dunha caxatada.
Pero o máis heavy de todo é que as dúas palabriñas en cuestión TAMPOUCO (também não) aparecen na biblia dos reintegratas: o todopoderoso Estraviz, que só recolle ‘lusofilia‘, ‘lusófilo‘, ‘lusofobia‘ e ‘lusófobo‘. A tan adorada ‘lusofonía’ (palabra spam reintegrata) non está!!!!
O DO VOLGa AÍNDA TEN UN PASE, PERO…
A AUSENCIA DESTAS PALABRAS NO ESTRAVIZ MERECE DIMISIÓNS!!!
Artigo gardado en: fricadas, lingua, reintegratas



51 comentarios Deixa o teu comentario
1. Galeguzo | 19/Agosto/2009 at 21:05
Lusofonia seria um nome próprio, portanto não estaria em nenhum dicionário
Por outra parte, e como che tenho dito, o processo de elaboração da versão electrónica do Dicionário Estraviz foi manual, copiando os verbetes e adaptando da versão em papel.
No processo já se detectou que por erro humano ‘caíram’ algumas palavras. É o caso, por exemplo, de um termo quotidiano como “baunilha” ainda não incluído, mas que figurará na vindoura remessa do dicionário, junto com algumas correcção de carácter técnico. A data prevista para as actualizações (nas quais se leva a trabalhar desde o lançamento do novo dicionário) é depois do Verão.
Vamos, Alema, que tampouco descobres a pólvora
2. Galeguzo | 19/Agosto/2009 at 21:06
A vantagem de um dicionário electrónico é que com contributos dos seus usuários pode ser melhorado. Aproveito para lembrar-che que as sugestões de novas palavras ou solicitude de correcções de erros podem fazer-se clicando nesta ligação: http://estraviz.org/correcoes.php
3. alema | 19/Agosto/2009 at 21:37
punto 1º -> lusofonía non é ningún nome propio. de feito, aparece nos dicionarios portugueses (pero non nos españois, cataláns, galegos, franceses…)
de feito, o estraviz recolle varios “verbetes” acabados en -fonia
punto 2º -> efectivamente, o estraviz copia verbetes, iso é máis que evidente
punto 3º -> o esquecemento das palabras ‘lusofonia’ e ‘lusófono’ nun dicionario reintegrata como o estraviz é do máis grave que teño visto. de feito, como pode ser que un dicionario obvie ou esqueza dúas das palabras máis machaconamente repetidas polos reintegratas?
por todo iso
AGAL, AGLP, REINTEGRATAS DE FÉRIAS DIMISSOM
ESTRAVIZ JUBILAÇOM (que en portugués-como-deus-manda dise “reforma” = mais uma trapalhada do estraviz)
4. Galeguzo | 19/Agosto/2009 at 21:48
#3 Copia-os, entre outras cousas, da versão em papel do mesmo dicionário
E que como pode ser o esquecimento? Pois já digo, por simples erro humano ao ir passando os verbetes do papel para o digital.
E se tens discrepâncias com o professor Estraviz manda-lhe um mail
5. one2 | 20/Agosto/2009 at 3:06
#3 e «aposentadoria» em português-internacional xD http://wordreference.com/espt/jubilaci%C3%B3n
6. Galeguzo | 20/Agosto/2009 at 5:59
Sobre o verbete “jubilaçom”…
http://priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=jubila%C3%A7%C3%A3o
jubilação | s. f.
derivação fem. sing. de jubilar
jubilação
s. f.
1. Acto!Ato ou efeito de jubilar.
2. Aposentação de professores, lentes, etc.
3. Júbilo.
Sendo o Estraviz professor, o termo “jubilaçom” seria o correcto
Alema, ainda tens muito português (=galego) que saber
7. alema | 20/Agosto/2009 at 7:42
#6
xa llo dixen moitas veces
non se fíe dos dicionarios
os idiomas hai que mamalos
e non facer coma vostedes
que os falan vía dicionario
e facendo traducións literais
así lles vai
eu non teño queixa do galego E portugués
que sei
outros non poden presumir tanto
ESTRAVIZ REFORMA-TE JÁ
AGAL DIMISSOM
8. Galeguzo | 21/Agosto/2009 at 21:37
#7 Não, se é com comentários assim que não te podemos tomar a sério
Antes de pedir demissões associa-te
9. one2 | 21/Agosto/2009 at 22:27
#7 non se fíe dos dicionarios
Toda a razom, por isso eu nom me fio dos dicionários isolinos
10. magnummare | 22/Agosto/2009 at 13:00
#8 Non me estrañaría nada que xa estivese asociado!! lol lol
11. Aloquete | 22/Agosto/2009 at 14:15
A palavra JUBILAÇÃO é, em Portugal, de muito restrito uso. Um cidadão normal (e somos quase todos…) REFORMA-SE.
Acrescento que, no Brasil, REFORMA é só para militares. Os cidadãos normais (que deve haver por lá) APOSENTAM-SE.
Enfim, na “Lusofonia”, a diversidade é muito habitual. Os lusófonos galegos ou escolhem ou são, também eles, originais. É que uma norma “lusófona” cada vez existe menos.
P.S.
Todos têm todas as palavras nos dicionários. Importante é quais as palavras verdadeiramente em uso.
12. andreout | 22/Agosto/2009 at 16:01
É mesmo curioso nem o Volga nem o Dicionario RAG recolhem “galegofonia” e “hispanofonia”, será logo que nom existe isto.
Com respeito ao que diz o alema de que as línguas há que mamá-las, entom podemos considerar que o galego está morto, pois os nossos filhos e filhas o que mamam é espanhol, tanto quando lhes falam espanhol e mesmo quando lhes falam em galego, pois o galego falado e mamado está cheio de castelhanismos e com que entre todos nom corrijamos isto nom vamos ter língua para discutir sobre ela.
13. Yuji | 22/Agosto/2009 at 23:26
#11
Outro sentido de “jubilamento” no Brasil: “desligamento por força” (leia-se expulsão) de alguma universidade por reprovar (gl.: suspender) muitas matérias. Se bem que no caso, o aluno não “se jubila”, mas sim “é jubilado”.
E quanto a um professor “jubilar-se”, tenho a impressão de que (provavelmente pelo outro sentido negativo), tem-se preferido dizer que um professor “se aposenta” que “se jubila”…
14. alema | 22/Agosto/2009 at 23:32
saben, amigos, que é o que máis lles amola aos reintegratas? recoñecer que A CAGAN en repetidas ocasións no seu afán de copy-paste do portugués
aaaaai, se me fixesen máis casiño…!
#12
o galego (a súa esencia) tamén se mama
por moi en contacto que estea co castelán
contacto que vostede non vai poder facer desaparecer
está aí e estará for a long time
e á xente non lle parece mal
haberá que ir afacéndose a iso
e sacarlle as vantaxes
non andar todo o día choromicando
15. Galeguzo | 23/Agosto/2009 at 23:18
#14 Aos reintegratas não nos amola reconhecer que cometemos erros, mesmo erros técnicos como neste caso. Mas daí a falar de cagá-la… Os únicos que a CAGAM constantemente são os normativizadores isolacionistas, que levam 30 anos de reforminha em reforminha… talvez em 100 anos alcancem a actual norma AGAL
16. Aloquete | 24/Agosto/2009 at 23:11
Pois é, Galeguzo. E que tal reconhecerdes, publicamente, como gente valente, que todas as “reforminhas” vão na direcção desejada? Dardes a saber que - por uma vez - estais um bocadinho felizes?
Isso poderia (assim pensa um português, porventura ingénuo) trazer alguma decrispação geral, e mostrar à cidadania galeza que se comprendeu isto: que a auto-suficiência não é, para nenhum dos lados, a mais elegante das atitudes.
17. Galeguzo | 25/Agosto/2009 at 13:28
#16 Isso já o fez a AGAL num comunicado publicado no PGL. E o presidente na altura, Bernardo, também o fez.
18. alema | 25/Agosto/2009 at 13:30
fez é unha cidade de marrocos
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fez
en galego non existe tal conxugación
19. :: madeira de uz | ESCÂN&hellip | 25/Agosto/2009 at 13:56
[...] Há quem pede demissões por erros anedóticos e facilmente solucionáveis, e ainda por cima numa associação que, pois, é uma iniciativa privada. Porém, cuido que resulta mais grave o que acontece numa instituição de interesse público (ao menos na teoria), com faculdades reconhecidas polo Estatuto de Autonomia (e que não cumpre como é devido). Refiro-me à Real Academia Galega, onde um dos seus académicos não usa a norma que propugna a entidade. [...]
20. Aloquete | 25/Agosto/2009 at 17:31
Galeguzo, óptimo! Parabéns por essa única vez. Em 2003, a Agal e o seu presidente congratularam-se com uma revisão ortográfica da RAG, tirada a ferros, mas toda ela inteiramente lusista.
Entretanto, e desde então, o Reintegracionismo entrou num galope, algo desenfreado, e encontra-se agora em ânsias pelo Padrão Português, enquanto a própria Norma Agal é - abertamente - feita objecto de suspeição.
Essa cavalgada rumo ao exterior, não haverá modo de sustê-la? Ela é quê: exibicionismo? atracção do vazio? revanchismo?
21. Galeguzo | 26/Agosto/2009 at 3:27
#18 “Fez” é uma forma legitimamente galega e amplamente documentada. Igual que “posso” ou “faço”. Outra cousa é que, reduzido o galego à expressão oral, a ausência de uma norma culta originasse algumas regularizações esquisitas. Mas isso é uma outra questão que não vem a conto aqui e que che pode explicar qualquer filólogo.
#20 Tampouco é que tenha havido muitas ocasiões de parabenizar a RAG, mesmo considerando insuficientes as suas acções.
22. alema | 26/Agosto/2009 at 8:29
ninguén di “fez” en galicia
porque temos unha forma xenuína: “fixo”
vostedes renegan do “fixo” (ou “fijo”, escrito na súa grafía)
para tirar polo “fez”
e así con miles de casos
tragan o portugués e matan o galego
ese é o modelo de lingua que queren impulsar?
lamentable
23. Galeguzo | 26/Agosto/2009 at 20:47
#22 Não vou aqui fazer filologia de barra de bar
Por certo, temos uma outra forma “genuína”, “fizo”, que é por exemplo a que usava minha tia-avó.
24. alema | 26/Agosto/2009 at 20:58
filoloxía de barra de bar???
iso é o que argumentan para constatar que “fez” é unha forma inexistente na lingua oral MODERNA?
ou é que teño que escribir “fez” e ler “fixo”?
cando aclararán todas as súas incoherencias?
en fin…
por certo

o “fizo” da súa tía avoa se cadra é un castelanismo, así que teña moito ollo co que di
25. Aloquete | 27/Agosto/2009 at 1:14
#18
«“Fez” é uma forma legitimamente galega e amplamente documentada.»
Ah, essa inquebrantável auto-suficiência lusista!
Vai uma pessoa ao TILGA, o Tesouro Informatizado da Lingua Galega (http://www4.usc.es/TILG/index.asp), e procura “FEZ”. Resultado: 10 ocorrências.
Procura-se em “FIXO”, e temos… 4994.
Retiremos, por grande favor, 994 vezes “fixo” (adjectivo masculino singular) e ainda sobram, não duas, não vinte, não cinquenta, mas QUATROCENTAS VEZES MAIS do que “fez”,
Mas claro, tudo isto é manipulado por forças a soldo de Castela.
26. Aloquete | 27/Agosto/2009 at 1:36
P.S.
Peço desculpa: onde escrevi 4994, deve ler-se 9449. Isto é, quase DEZ MIL.
Num cálculo misericordioso, retirem-se para o adjectivo 1449 ocorrências. Sobram OITO MIL.
Onde fica a vossa credibilidade, Galeguzo? Não era melhor deixar a defesa do Reintegracionismo a linguistas?
27. alema | 27/Agosto/2009 at 7:41
aloquete
pódolle garantir
por moito que digan e digan
que “fez” non é empregado hoxe en día e desde hai décadas en absolutamente ningún lugar de galicia.
bueno si… nas reunións da agal e o seu mundo de fantasía, desde onde se acusa os outros de crear “linguas de laboratorio”
o que hai que oír!!!!!
28. one2 | 27/Agosto/2009 at 12:39
#17 Nom por isso vai deixar de existir, polo que «fez» está aí pra quem goste de o usar.
Galeguzo como persoa culta, refinada e entendido em lingüística emprega formas cultas e antigas do galego
mentres que os relambidos empregam palavras como xove, embarazado, pulverizar parqués etc. igual que hai frikis que teimam em usar cosas como ũa (
).
29. Chimpín | 28/Agosto/2009 at 0:21
A mim aparecem-me as duas :-S
30. Galeguzo | 28/Agosto/2009 at 2:10
#25 O TILGA não teve em conta para elaborar o seu córpus as obras em galego reintegracionista.
#27 Mundo de fantasia como o de quem ressuscitaram palavras mortas e soterradas como “adeus”, “doazón” ou “grazas”
#29 Hoje foi actualizado o e-Estraviz incluindo essas palavras. Para que Alema diga dos reintegratas de férias. E, por certo, Estraviz há tempo que está jubilado, que a fim de contas tem 74 anos.
31. alema | 28/Agosto/2009 at 8:01
- alá vostedes
sigan coa súa norma “culta” que inclúe “fez” e similares e só conseguirán afastarse AÍNDA MÁIS da sociedade. e mira que é fácil falar e escribir coma a xante!
- adeus unha palabra soterrada? onde? eu sigo pensando que teñen un serio problema de contacto coa realidade.
- parabéns pola actualización… ora ben, iso non quita outra verdade coma un mundo: que os reintegratas adoitan ser funcionarios con moito tempo libre para andar con argalladas lingüísticas. só hai que ver o que se actualizou o seioque en agosto
SEI O QUE NOM FIGESTES EM AGOSTO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
agora, unha vez terminado o mes de vacacións, e coa reincorporación aos seus postos, comezará duro o spam outra vez
32. one2 | 28/Agosto/2009 at 15:21
Pois em alema.org tampouco é que haja demasiadas atualizações em agosto, será que o alema tamém é funcionário
33. alema | 28/Agosto/2009 at 19:12
non
alema é un pobre parado
que bastante fai
co que fai
non coma os de seioque

que son varios
e todos ‘colocados’
34. Aloquete | 28/Agosto/2009 at 20:38
#30
«O TILGA não teve em conta para elaborar o seu córpus as obras em galego reintegracionista.»
Em «galego reintegracionista»? Mas, que me conste, em galego reintegracionista, isto é em Norma AGAL, diz-se e escreve-se FIJO.
Donde vem esse FEZ, Galeguzo?
35. andreout | 28/Agosto/2009 at 20:57
A verdade é que as discusons do alema cada dia som menos fundamentadas. Quando me assinei aos RSS de alema.org, achei que era interessante poder ver outro ponto de vista, sobretudo porque o seu ponto de vista é o dum galego que mama o galego (e o castelhano tamém).
Muitas cousas tem razom o alema quando critica ao reintegracionismo em substituir galeguismos por lusismos. Nisso temos de aprender.
Mas lembro-che que o reintegracionismo só tem umha proposta galega de norma, a da AGAL, e ainda com erros que tamém os tem a norma RAG, ambas as normas som válidas par o galego.
Eu essas consultas tam de linguistas faria-lhas a qualquer dessas autoridades. Nom pretendamos agora ser todos “expertos em língua”, muito menos o alema, que aceita todo o castelhano como galego… bueno, asegun, dios, diola,…
Seriedade!!
36. Galeguzo | 29/Agosto/2009 at 13:57
Tens provas de que os de Seioque são VÁRIOS (isto é, não mais de uma pessoa) de que estão todos COLOCADOS [sic]? Ainda hás ser do CNI (antigo CESID) XD XD XD
37. Galeguzo | 29/Agosto/2009 at 13:58
Aqui não vimos uma só prova de que Alema seja um desempregado, assim que eu vou acreditar em que é funcionário
38. alema | 29/Agosto/2009 at 15:37
39. Franco Vicetto | 29/Agosto/2009 at 16:57
Por alusons a “Sei o que nos figestes…”:
Alema,
se dás referências pessoais
sobre nós,
sentiremo-nos com liberdade
para dizer quem és.
Al lorito…
40. alema | 29/Agosto/2009 at 17:54
Non se ralle, Franco, que eu non teño nin puta idea de quen fai seioque.

41. magnummare | 29/Agosto/2009 at 23:44
Nada, nada… aqui tantos expertos lingüistas dunha e outra banda e non tiveron en conta a maior proba textual para validar as formas normativas do galego… a Chuza battle!!!!!! lol
:D
“fixo” (682 aparicións)
“fez” (104 aparicións)
(http://chuza.org/battle.php)
Aínda ten seguidores o fez (o fizo só ten 3 apoios), pensei que ía ter menos… mais non se trabuquen, porque a maior representación tena o “hizo” de-toda-la-vida
42. Galeguzo | 30/Agosto/2009 at 1:56
#38 Caralho! (dispensando) Deves ser a primeira pessoa que leva mais de um ano desempregada (segundo o que tens narrado neste blogue, como mínimo desde Julho do ano passado) e ainda não se inscreveu no INEM
E assim deixarão-che cobrar os 420€ de Zapatero :P?
#40 Se reconheces que não tens “nin puta idea de quen fan seioque” [sic], porque nos vendes que são todos funcionários?
Pareces Jorje Javier, PERRACA! XD XD XD XD XD
Por certo, a imensa maioria dos meus amigos tiveram férias este mês de agosto. Garanto-che que a percentagem de funcionários é bem pequena (também entre os reintegracionistas).
43. alema | 30/Agosto/2009 at 10:47
obrígame vostede a dar datos da miña vida privada, pero bueno… por ser vostede quen é, contareille algunha cousa
pertenzo a unha familia galeguista (e urbana) moi, moi acomodada. tanto, que podería dicirse que son un fillo de papá (e mamá). por iso mesmo me dá vergonza pedir a axuda de zapatero.
se se fixa ben, cando fixen os comentarios sobre os de sei o que sempre van con esa icona

que significa materse de bo rollo con alguén
44. Galeguzo | 30/Agosto/2009 at 12:17
#43 Ninguém te obriga a dares dados da tua vida privada
45. spqr | 30/Agosto/2009 at 20:48
A Manoliño levaronno preso por levar o carallo teso
A Manoliño levaronno preso por levar o carallo teso
Iso FIXO e FIXO ben, no carallo de Manoliño non manda ninguén.
E pousa pousa pousa en non me …
46. Galeguzo | 31/Agosto/2009 at 1:23
#45 Isso de “leváronno” [sic] deve ser um lusismo, que não é aceite pola norma da RAG
47. spqr | 31/Agosto/2009 at 13:47
ups!
48. spqr | 31/Agosto/2009 at 13:47
Foda-me caraças
49. Prosciutto | 3/Setembro/2009 at 11:48
Ai Mio Dio! No que dam os comentários aqui! Reformados / jubilados / aposentados… qual é o problema de que existam as três formas se todos as percebemos, independentemente de como as escrevemos? E o do debate (?) sobre a condiçom funcionária já é de mais.
Quedo melhor co que Alema achega no post: lusófono e lusofonia devem entrar para já nos dicionários galegos.
Por outro lado, penso que, mesmo de brincadeira, é injusto pedir a jubilaçom do Estraviz por erros ou esquecimentos desse tipo. Outros dicionários financiados com dinheiro público som bem piores e, porém, constituem a norma estándar oficial e aos seus autores nom se lhes exige a demissom ou a jubilaçom. Ao menos eu nom.
50. Galeguzo | 3/Setembro/2009 at 14:52
#49 Pois é.
51. Galeguzo | 3/Setembro/2009 at 19:56
#49 E, como já comentei mais acima, além de injusto é erróneo, porque Dom Isaac leva bastante tempo reformado!
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