Nova directiva da AGAL: neo-falantes, pro-AGLP e… poucas tías, non? :)

6/Xuño/2009

Retomo a actividade para recordar que xa temos nova directiva na Associaçom Galega da Língua, que xa pouco tardará en converterse en Associação, máis que nada para concordar cos obxectivos que persegue a famosa Academia Galega da Língua Portuguesa, da que a maioría dos novos xefes da AGAL son auténticos fans.

Sen querer facer moito sangue, porque son plenamente consciente de que se cocen cousas realmente máis importantes e porque algúns dos interfectos son colegas e tal, só quería facer algúns pequenos apuntamentos:

- A gran maioría dos novos directivos da AGAL son neo-falantes, educados en castelán internacional da Galiza, que tras tomar contacto coa lingua propia do país, e xeralmente tras pasar por Santiago -berce do reintegracionismo- decidiron pasar ao nh. Algún día habería que facer un estudo do carácter compostelán do reintegracionismo (por que non haberá reintegratas en Tui, na Guarda, en Vigo,… xustamente nos lugares onde máis próximo está o portugués?).

- A gran maioría dos novos directivos da AGAL, como xa dixen, son firmes partidarios da AGLP, a academia que promove que o galego é unha variedade dialectal do portugués, a academia que acabará por fagocitar a AGAL, cuxa normativa -om style está en horas baixas entre os reintegratas. Cómpre recordar que o novo presidente da AGAL, o profe de portugués Valentim R. Fagim, é académico-fundador da AGLP.

- A gran maioría dos novos directivos da AGAL teñen pirola, constatando outra das máximas do reintegracionismo: “poucas tías, non?”. O reintegracionismo, meus amigos, adoita ser, coma o brandy Soberano, “cosa de hombres“.

Con respecto ao tema do día Do Orgullo Lusista e Reintegrata, do que xa hai vídeos, só unhas cantas cousas (aínda que con certo atraso):

- Suso Sanmartim, o presentador do evento, fala galego coma os locutores da TVG :D
- Quico Cadaval non tivo o que hai que ter para falar galego reintegrata con gheada cando traballou na tele portuguesa. :D  (Saberá o Quico que moitos reinteghratas reneghan da gheada posto que é un fenómeno castelanizador para eles?)
- Francamente, esperaba algo máis de Comba Campoy. Demasiado calada. Non foi posible avaliar o seu nível de reintegrata :D

Ah! Para terminar, e aproveitando o terrible formulario que a Consellería de Educación vai distribuír polos colexios para coñecer as preferencias lingüísticas dos pais, e dado que seguimos sen estatísticas fiables sobre os reintegratas, propoño unha cousa: que todos os reintegratas se poñan de acordo e escriban no apartado “observacións”:

QUERO QUE O MEU FILHO / A MINHA FILHA SEJA REINTEGRATA!

Que a Xunta coñeza o verdadeiro reintegrata powa! :D

Artigo gardado en: fricadas, lingua, reintegratas

46 comentarios Deixa o teu comentario

  • 1. Modesto  |  6/Xuño/2009 at 20:58

    PELO DIREITO A ESCOLHER / POLO DEREITO A ESCOLLER

  • 2. Galeguzo  |  7/Xuño/2009 at 0:22

    Alema o que passa é que tem inveja porque a sua candidatura não prosperou :P Sei de boas fontes que Alema está associado à AGAL ;)

  • 3. pablo  |  7/Xuño/2009 at 13:55

    os da foto parecen un pouco frikis, e non sei se haberá moitas ou poucas tipas reintegratas, pero se son como a do vídeo: “desde já, galego e português a mesma merda é”

  • 4. magnummare  |  7/Xuño/2009 at 15:40

    Pois parabéns á nova directiva da AGAL, logo.

    A min a verdade o feito de que sexan neo-falantes nin me vai nin me vén… é máis, mellor que haxa xente que se pase do castelán o galego, porque do galego ao castelan xa se pasan bastantes e cada vez somos menos… :(

    O de que sexan pro-AGLP… home, eu non son ninguén para opinar, mais a ortografía do “Estudo Crítico da Normas” non sei para quen quedou… parece como se houbese un paulatino cambio da norma cara ao padrón portugués… se é realmente o que queren pois para min perfecto ;)

    O das poucas mulleres creo que é unha constante (desgrazadamente) en calquera acto-movemento arredor da lingua…

  • 5. O Peto Lareto  |  8/Xuño/2009 at 0:04

    Estou a tentar comprender a ilustración de tan magno día cun vídeo do “Club de la Comedia”.

    Logo pretenderán que os tomemos en serio…..

  • 6. SubitamenteNormal  |  8/Xuño/2009 at 11:55

    alema nom aprendes meu!

    Uma cousa é como se fala
    Outra cousa é como se escreve

    A gheada é válido dentro da lusofonia

    O galego é uma variedade do galego-português
    O português é uma variedade do galego-português
    O brasileiro é uma variedade do galego-português
    O angolano é uma variedade do galego-português

  • 7. SubitamenteNormal  |  8/Xuño/2009 at 11:57

    O castelhano/espanhol é uma variedade do espanhol
    O argentino é uma variedade do espanhol
    O mexicano é uma variedade do espanhol
    O venezuelano é uma variedade do espanhol

  • 8. gelo  |  8/Xuño/2009 at 14:37

    Parabéns ao novo Conselho. Para mim, os trabalhos do Valentim são do melhorzinho.

    Cumprimentos toalheiros. :)

  • 9. Prosciutto  |  8/Xuño/2009 at 16:48

    Pois eu nom estaria de acordo em escrever segundo o padrom português. E nom penso fazê-lo, vaia.

  • 10. Aloquete  |  8/Xuño/2009 at 17:36

    #6

    Sim, Subitamente Normal. «Uma cousa é como se fala. Outra cousa é como se escreve». Olhe, é assim:

    Escreve-se SOU, e lê-se SON (ou SOM).
    Escreve-se FIZ, e lê-se FIXEN (ou FIGEM).
    Escreve-se PUDESTE, e lê-se PUIDECHES.
    Escreve-se FI-LO, e lê-se FÍXENO (ou FIGEM-NO).
    Escreve-se DAR-TE-Á, e lê-se DARACHE (ou DARÁ-CHE).

    Melhor ainda, e miraculosamente:

    Escreve-se FORAM, mas lê-se FORAN (ou FÔRAM).
    Escreve-se FORAM, mas lê-se FORON (ou FÔROM).

    Quer prosseguir? É só dizer. Há mais. Há muito mais.

    Não sei é onde vos pára a loucura.

  • 11. Aloquete  |  8/Xuño/2009 at 18:12

    P.S.

    A loucura consiste no seguinte: o português uniformizou várias terminações, que eram diferentes quando nós, portugueses, ainda falávamos galego… Isso criou no próprio português confusões que já no século XVI foram assinaladas e lamentadas. E ainda hoje, no ensino escolar, elas reaparecem, e têm de ser continuamente corrigidas.

    Pois bem: hoje, na Galiza, há um grupelho que quer introduzir no galego as confusões fabricadas em Portugal. Como chamar a isso? «Loucura»? É um eufemismo…

  • 12. Ernesto Vázquez  |  8/Xuño/2009 at 18:55

    Tanto tem, isto é apenas espetáculo e provocação, como diz o Alema, o nicho de mercado dele… Eu de você que é homem sério e rigoroso, iria procurando outra língua e outros sparring. O galego tem os dias contados e os galego falantes na Galiza também. Finalmente imos todos para os nossos nichos.

    Nestes momentos a maior parte de nós apenas pensamos em reservas para os nossos filhos ou no exílio. Em nenhuma das duas hipóteses imos precisar de elaborar modelo culto nem de ortografia, nem nos vão deixar fazer para além de usos folclóricos…. por entanto deixe que nos suicidemos ante a apisonadora fascista do nacionalismo espanhol vestidos do jeito que nos apeteça: de palhaços, de futbolistas, de toalhas, de entrudos, de toureiros, de vacas, de ão gigantes ou de feijões…

  • 13. gelo  |  8/Xuño/2009 at 19:06

    #12

    Toda a explicação está demais para quem não se importar pola sorte do galego agora, já.

  • 14. Gelo  |  8/Xuño/2009 at 19:16

    *importa

  • 15. Aloquete  |  8/Xuño/2009 at 19:47

    Meus caros,

    Vamos ser muito exactos, ok? A actual norma do galego não conseguiu travar a perda de falantes. É um facto.

    O vosso raciocínio é: com outra norma - isto é, com o padrão português - a perda de falantes teria sido travada.

    Tenho duas perguntas:

    1. Existe alguma relação de causa-efeito entre a norma actual e a perda de falantes? Podem explicitar essa relação?

    2. Existe alguma prova de que o padrão português trava a perda de falantes? E, se sim, onde está essa prova?

    Sempre às ordens.

    P.S. Gelo:

    sugerir que eu não me importo pela sorte do galego é uma filha-da-putice.

  • 16. alema  |  8/Xuño/2009 at 20:09

    #12
    Ernesto
    é vostede tan esaxerado
    que máis que galego
    parece andaluz

    home, non estamos para tocar palmas
    pero isto tampouco é o tempo das reservas nin nada polo estilo

    establecer diagnósticos excesivamente catastróficos só xera falta de credibilidade

    #15
    aí lles deu aloquete
    non teñen probas de nada diso
    a xente non deixa de falar un idioma por unha norma escrita

  • 17. Ernesto Vázquez  |  8/Xuño/2009 at 20:17

    Essa hipótese, Fernando, de trabalho é impossível dado que não foi feito no seu dia. Quando ainda havia um corpo longo de falantes. Agora dá igual. Nem merece o tempo perder com história fição.

    A situação é a atual, com uma baixada substantiva de falantes de qualidade, um par de gerações privadas de modelos cultos e deficitárias na sua prática oral e escrita (ainda a boa vontade) e ampla parte da sociedade galega apoiando aqueles que querem definitivamente enterrar o galego e proceder a sua completa substituição pelo Castelão.

    Situação à que chegamos entre risos bobos, banquetes, revistinhas culturais, blogs, declarações de consenso e debates sobre traços gráficos… agora tanto tem…

    O que é evidente é que com o português bem introduzido no sistema escolar quando menos um 5% dos alunos que terminaram bacharelato seriam altamente competentes em Português e entre um 10% e um 20% teriam maior proximidade com o Português.

    Interessam-me mais este tipo de objetivos pragmáticos.

  • 18. Aloquete  |  8/Xuño/2009 at 20:25

    Ernesto,

    Há muitos galegos que NÃO QUEREM que o galego seja substituído pelo castelhano. E que lamentam a baixa qualidade de muito do galego hoje usual. E que investem num galego de maior qualidade, que sirva de modelo culto. Conheço bastantes desses indivíduos. Alguns até têm blogues. Ou organizam debates. Ou escrevem sobre estes temas. Ou mantêm um portal como Vieiros. Dou simples exemplos.

    Não compreendo porque não vos unis todos.

  • 19. Ernesto Vázquez  |  8/Xuño/2009 at 20:27

    Eu não preciso me unir a eles. Sou parte dessa gente. Um deles.

  • 20. Aloquete  |  8/Xuño/2009 at 20:49

    #19

    “Sou parte dessa gente”. Mesmo quando eles usam, e promovem com naturalidade, o galego normativo?

  • 21. Gelo  |  8/Xuño/2009 at 21:07

    “Europa defenderá nuestra lengua?” Artigo de Fermín Bouza em http://votoconbotas.trincheradigital.com/?p=3300

    Interessante artigo para uma situação urgente, com ligação a “las reflexiones de Celso Álvarez Cáccamo” http://www.vieiros.com/columnas/opinion/844/sim-mas-que-pergunta-prefere-a-lingua

    Unidade. Que os lusistas não temos nada a ver com o galego? Tanto tem, o galego sim tem a ver com o português. Usai a norma RAG mas entre o espanhol e o português escolhei SEMPRE o segundo, sem hesitações.

    Que os nossos “amigos” só criam agit-prop anti-AGLP entre gente que faz trabalho comum por riba de normativas? Bom, isso sim é “filha-da-putice”.

    Não está a situação para aguentar fobias de outros a descentrar os pontos em que estamos unidos.

  • 22. Ernesto Vázquez  |  8/Xuño/2009 at 21:19

    E logo, Fernando,… como não vou ser? a ver se nos deixamos de gaitas.

    Numa situação como a galega… onde tudo é dependente das pessoas e nunca se consolidaram modelos institucionais além de pequenos grupos… onde o modelo proposto é de tal inestabilidade que nem os defensores usam a jeito e onde a mesma RAG nem pensa nos utentes…. a mim entanto procurem um nível digno e tenham uma vontade de dignidade e estilo, entanto defendam a língua galega… são os meus ou eu parte deles.

    A mim que me importa isso da tipografia ou a ortografia? Como se não fossemos todos apenas uns entusiastas autodidatas…

    Se todos vimos da mesma privação, do mesmo analfabetismo na língua que devera ser nossa. A gente que culpa tem da traição das Instituições ou da cara dura dos inteletuais… ou de não saber mais que o que lhe aprenderam ou aprendeu?

    Eu sou parte dessa gente, mas dos responsáveis políticos, académicos e inteletuais, das instituições que tinham a obriga de nos fornecer verdadeiros modelos de língua e não fizeram, não…

  • 23. Aloquete  |  8/Xuño/2009 at 21:53

    Ernesto, escreves: «A mim entanto procurem um nível digno e tenham uma vontade de dignidade e estilo, entanto defendam a língua galega… são os meus ou eu parte deles.»

    Escreves ainda: «Se todos vimos da mesma privação, do mesmo analfabetismo na língua que devera ser nossa.»

    A primeira citação é “condicional”, a segunda é “dramatizadora”.

    Ora bem: mesmo quem observa de fora, e de longe, vê que aquela vontade existe, realmente. Não se compreende como se pode exprimi-lo só condicionalmente.

    Menos compreendo ainda que possa insistir-se no “analfabetismo”. Leio muitos galegos, e fico impressionado com a capacidade de se exprimirem em todo o género de temas, e francamente não sei (à parte um bom número de infiltrações lexicais castelhanas) o que haja tanta urgência em modificar. Se houve analfabetismo, está bem superado.

  • 24. alema  |  8/Xuño/2009 at 22:02

    eu nunca fun analfabeto en galego
    e coma min unha chea de xente da miña xeración

  • 25. Ernesto Vázquez  |  8/Xuño/2009 at 22:11

    Pois, Fernando, nisso concordamos, vontade e patriotismo há muito. Mas o mesmo que o 18 de Julho de 1936, nem havia armas nem apoio institucional claro.

    Eu como sabe aposto porque cada quem trabalhe no que acredita e deixo os demais fazer.

    Os demais façam o que considerem e considerem-se como achem. Eu, no que a mim respeita bem me sei analfabeto, conheço as muitas limitações que tenho e evidentemente sim penso que há urgência(s) e muitas. E infelizmente quem devia estar a fazer e dar soluções não está…

  • 26. Ernesto Vázquez  |  8/Xuño/2009 at 22:17

    alema, tu não, mas é porque fizeste esforço pessoal suplementar… como muitos outros, tendo a base do sistema educativo… E esse era um mínimo… que agora se quer cargar o PP.

    Mas a maior parte dos do teu tempo, mesmo os galego-falantes de família e ambiente, sabem escrever com um mínimo de coerência, em qualquer uma norma… sinceramente??

    e para continuar adiantando em estilo, sobre que referenciam??

  • 27. alema  |  8/Xuño/2009 at 22:28

    a ver
    sei que non son o máis común
    pero tampouco son o único

    teño trinta e poucos
    nacín no seo dunha familia galeguista
    son galegofalante ‘de nacemento’
    aprendín a ler en galego e en castelán
    falo en galego cando me peta (o 99,99% do meu tempo)
    escribo case exclusivamente en galego (o castelán, o portugués e o inglés só para as “piadas”)

    e non me sinto ‘perseguido’

    estou conseguindo aos poucos que os meus amigos pijos se animen co galego… pero sempre veñen os de sempre a foder cos estereotipos, os que relacionan o idioma que mamei con tal ou cal ideoloxía e/ou partido

  • 28. alema  |  8/Xuño/2009 at 22:28

    ah! e ao meu redor
    hai moito, moito galego

  • 29. Gelo  |  8/Xuño/2009 at 22:40

    #27 #28 Parabéns. E daí?

  • 30. Ernesto Vázquez  |  8/Xuño/2009 at 22:48

    Pois parabéns, porque burrancães há muitos…

    Enfim, há uma língua que re-construir e elevar em dignidade. E precisa-se propaganda generosa, positiva e também trabalho e construção.

    Penso que, ainda as diferenças de critérios, e bobagens tipográficas, nisso nos andamos todos pelas bases e virtualidades.

    Saúde

  • 31. Aloquete  |  8/Xuño/2009 at 22:51

    #25

    Ernesto, essa tua modéstia (”bem me sei analfabeto”), sendo sincera, é também retórica. Tu pertences (e muitos o sabemos) a um pequeno escol de gente informada e que pratica a crítica e o discernimento.

    Mas exactamente por isso concordarás em que a IMAGEM que transmitis da Galiza não é irrelevante, sendo até decisiva. Ora bem, uma insistência no analfabetismo, no fraco nível intelectual, na indefinição da norma linguística, na incapacidade institucional - tudo isso, sendo uma parte da verdade, contribui para o simples desinteresse por vós de quem está de fora.

    Esse tipo de linguagem é o duma “vanguarda”. Mas para o observador a diferença entre “vanguarda” e “marginalidade” é, muitas vezes, especiosa.

    Uma auto-imagem POSITIVA da Galiza pode atrair aqueles (por exemplo, os portugueses) para quem ela é algo indefinido algures no NW espanhol. Mas uma auto-imagem carregada de elementos negativos vai tão-só confirmar, e até justificar, aquele desconhecimento.

  • 32. Aloquete  |  8/Xuño/2009 at 22:59

    P.S.

    O #31 foi escrito antes de ler o #30. Com que me congratulo.

  • 33. SubitamenteNormal  |  9/Xuño/2009 at 12:26

    Aloquete, por que non funciona a normalización linguística do galego?

  • 34. gelo  |  9/Xuño/2009 at 13:12

    #33 Esse tema não interessa, só criticar “grupelhos”.

  • 35. Pirucha  |  9/Xuño/2009 at 13:51

    27. alema

    “pero sempre veñen os de sempre a foder cos estereotipos, os que relacionan o idioma que mamei con tal ou cal ideoloxía e/ou partido”

    Pensam que és um velho pepeiro de aldeia :D

  • 36. Gelo  |  9/Xuño/2009 at 14:21

    “Defenderei o galego daqueles que queren apropiarse del” dixo Feijóo.

    Eu vejo-o ao contrário (estou “louco”) e considero que Feijóo e os seus

    1. Politizam a língua até que pareça normal, natural, e então,

    2. Acusam outros de politizar a língua. é assim que podem tomar pedidas como

    3. Ter de Conselheiro de Educação alguém próximo de GB e,

    4. Procurar consensos com todo o mundo, mas não com aqueles que politizam a língua (Mesa, BNG, etc.)

    Agora que estamos limpos de política, podem apresentar-se acusações aos “grupelhos” lusistas da parte de estrelas convidadas de Portugal. qualquer motivo é bom: vídeos com toalhas, por exemplo.

  • 37. Aloquete  |  9/Xuño/2009 at 14:28

    #33

    Eu não afirmei que a normalização linguística do galego não funciona. Ou que funciona.

    Só disse que o galego normativo não travou a perda de falantes. O que não significa que o primeiro seja a CAUSA da segunda.

    Mas perguntas-me “porque” ela não funciona. Pois provavelmente porque não se conseguiu convencer os galegos da importância do seu idioma. Ou porque não se acreditou que se poderia convencê-los.

    Continuo a acreditar que a adopção da norma portuguesa do idioma não é indiscutivelmente salvífica. E encontrei hoje nos fóruns do PGL esta afirmação extraordinária dum participante brasileiro, que defende uma norma gramatical brasileira do idioma:

    «Mais valem cidadãos bem alfabetizados na língua nacional do que analfabetos funcionais em português!».

    Não é preciso ser muito inteligente para dar-lhe razão. Só os alumbrados tipo Gelo não o enxergam.

  • 38. suso  |  9/Xuño/2009 at 14:33

    Como os locutores da TVG falarás tu! ;-P

  • 39. Gelo  |  9/Xuño/2009 at 14:50

    #37 Alumbrado serei, membro dum grupelho serei, mas nunca dixem que a adoção da norma portuguesa (?) fosse salvífica de nada. De feito, não acredito nisso, de jeito nengum. Não é tão simples como escolher uma norma.

    Tampouco é fértil,

    1. Fazer de qualquer diálogo um descentramento para criticar a AGLP.

    2. Definir os objetivos, motivações de qualquer um outro.

    3. Ridiculizar, de facto, a questão galega em favor das próprias preocupações.

    4. Criar conflitos, desconfiança, aí onde não há.

  • 40. Gelo  |  9/Xuño/2009 at 15:04

    Em #21 dixem,

    “Usai a norma RAG mas entre o espanhol e o português escolhei SEMPRE o segundo, sem hesitações.”

    E repito-o, sem utilizar expressões religiosas como “salvação”. É recomendável dada a situação.

    Mas é claro que para fazer escândalo, agit-prop ou rebúmbio não faz falta ler, nem considerar, nem observar. Não é disso de que se trata, é claro.

  • 41. Gelo  |  9/Xuño/2009 at 15:54

    Aos perseguidores de “toalhas na Galiza”,

    Saiu o díptico da Coordinadora Galega de ENDL em que fala dos que defendem o galego de quem o “politiza”

    http://www.coordinadoraendl.org/doc/linguassuman.pdf

    “porque intereses políticos, que non educativos, crearon un problema no ensino arredor das dúas linguas oficiais da comunidade, que pode derivar nunha perigosa fractura social”

    Estou certo de que alguém terá alguma cousa a dizer contra a AGLP à conta deste texto que, de não ser por isso, não seria interessante.

    Parabéns, Coordinadora Galega de ENDL.

    Ademais, já há gente que fala do ensino privado em galego:
    http://chuza.org/historia/definicion-da-rede-popular-de-ensino-en-galego/ Via chuza! ;)

  • 42. Gerardo  |  9/Xuño/2009 at 18:35

    Que bonitinhos e bonitinha saímos todos na foto :)

  • 43. Pirucha  |  10/Xuño/2009 at 20:31

    Palestra na Gentalha do Pichel em solidariedade com Brais
    http://www.cntgaliza.org/?q=node/831

  • 44. SubitamenteNormal  |  11/Xuño/2009 at 17:12

    Non é cuestión de intelixencia Aloquete, senón de estratexia.

    eu creo que a estratexia galego oficial nestes últimos 30 anos non conseguiu os obxectivos que pretendia.

    Baseábase basicamente na identidade: o galego é o idioma dos galegos por tanto hai que mantelo.

    É o momento de mudar de estratexia, e iso ven da mao do reintegracionismo.

  • 45. Mariñá  |  11/Xuño/2009 at 17:51

    #27: alema
    “estou conseguindo aos poucos que os meus amigos pijos se animen co galego… pero sempre veñen os de sempre a foder cos estereotipos, os que relacionan o idioma que mamei con tal ou cal ideoloxía e/ou partido”

    Quen son eses de sempre?

  • 46. gelo  |  11/Xuño/2009 at 23:11

    “Educación” proíbe o labor da Coordinadora Galega de ENDL e a informação que deixei em #41.

    Mais informação em Vieiros: http://www.vieiros.com/nova/74736/educacion-prohibe-actos-informativos-sobre-as-enquisas-linguisticas

    Mais outro tema sem interesse para os “defensores do galego”.

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