O reintegrata soa… así de natural
8/Novembro/2008
Hoxe toca lección de galego oral para reintegratas by alema. O obxectivo desta unidade é demostrar claramente o artificial que soa o galego cando se forza a máquina do lusismo. O audio que podedes escoitar a continuación é un exemplo do que se afasta o reintegracionismo do verdadeiro galego oral. Así de natural soa o AGALino coa acentuación de certas palabras.
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É a lectura (con seseo do que lles gusta aos reintegratas) do seguinte texto.
Eu achava que tinha alopecia, mas nom. Sou míope. E sintoma disso é esta anedota. Nom sei se é anorexia ou anemia, o caso é que sinto uma arritmia que me dá asfixia. Provei com alquimia e analgesia e mesmo a banhar-me no oceano e no pántano da periferia… mas tinham pouco nível de oxigénio. Chamei à polícia, mas apesar de ser poligloto, nom percebo a ideossincrasia nem de Etiópia nem de Madagáscar. Sou medíocre e pouco democrata. Nom acredito nem na democracia, nem na burocracia, nem no périplo da diplomacia. Sou díspar e acrobata, tenho pouco nível, mas quigera ser Cleôpatra para receber um crisántemo. Que taquicardia! Tenho um íman com a ortodoxia
A que mola mogollón? Imaxinades algún reintegrata dicindo algunha destas frases coa súa familia, amigos, etc.? Pensades realmente que se pode falar con naturalidade así? Como se ve, o reintegrata oral é pura cuestión de fe.
Por certo: estas palabras tan estrañas foron sacadas dun “Manual de iniciaçom à língua galega” dun tal Maurício Castro Lôpez (non Lopes, por certo) e que ultimamente anda rulando pola internet. Aquí xa falamos nalgunha ocasión de como o reintegracionismo se identifica inequivocamente cunha determinada ideoloxía política… e sen esa ideoloxía non vai a ningún lado. Proba diso é a portada do propio manual.
Demostrado: os pijos non poden (non podemos) ser reintegratas.
Artigo gardado en: lingua, política, reintegratas



37 comentarios Deixa o teu comentario
1. lurinha | 8/Novembro/2008 at 22:24
Vaia audio que foi pôr…!
O Pato Donald falando galego..!
No único que atinou foi
“Sou medíocre e pouco democrata. Nom acredito nem na democracia. Sou díspar e acrobata, tenho pouco nível, mas quigera ser Cleôpatra para receber um crisántemo. Que taquicardia! Tenho um íman com a ortodoxia”.
Aí, quedou-lhe cravadinho.
O demais, é umha parvada como umha casa.
E o da portada do livro, outra parvada.
O que importa é que seja válido para aprender, não as fotos da rapaza e da estrela.
Não, se quando eu digo que você sem carimbar não fica tranquilo..!
Que oficialista me é..!
Mesmo semelha um cargo político do Psoe..!
2. alema | 8/Novembro/2008 at 22:26
#1 escarállome con vostede lurinha
3. lurinha | 8/Novembro/2008 at 22:57
O certo é que portada do livro, mui pija, não é.
Mas tampouco não é para tanto. Polo menos, a propaganda, fica bem explícita, para que a poda ver.
Peor são essas publicidades subliminais que tanto gostam aos pijos que semelham neutras e apolíticas e, no fundo, só são confirmações do poder estabelecido.
Que vém sendo o que trafega com os carimbos, vaia.
Mas, senhor alema. Por vezes, os carimbos, não nos guardam dos malfeitores. Eles mesmos são os malfeitores e vendem-nos contos da boa pipa.
Não tenha tanto medo de transgredir as normas.
As normas, em muitos casos, só são a salvaguarda dos poderosos. E poder não sempre significa honestidade.
4. meninheira | 8/Novembro/2008 at 23:03
hahahaha, escarállome!!
para ser “reintegrata” tamén hai que por voz de pitufo?
hahahaha
5. lurinha | 8/Novembro/2008 at 23:05
A não ser que seja você um alto cargo do stablishment galaico e me tenha fichada para tomar umha revancha carimbólica.
Então, já me matou.
6. alema | 8/Novembro/2008 at 23:07
#4 a voz de pitufo é defecto do animal

de todos é sabido que os reintegratas son homens rejos e mulheres viçosas (que no viciosas)
#5 mátame, camión!!


non lle mola esa expresión!? a min si
7. lurinha | 8/Novembro/2008 at 23:19
Sim. Dizia-se muito há uns anos.
Minha irmà adoitava dizer muito esso.
as expressões vão por modas. Cada momento, tem a sua.
8. castelhano | 8/Novembro/2008 at 23:52
“Demostrado: os pijos non poden (non podemos) ser reintegratas.”
Finalmente, lha comprendió algo, ó Alema. Era ora. Encierre el kiosko que lha fedia a la su ronha espanholista.
Viva Galiza ceive e lusófona!
Gora Euskalerria!
Abajo el pútrido Reino de Espanha! (i sus acólitos)
Abajo los tiranos assassinos de los EEUU i las fuerças demoniacas de la uniformizaciom i globalizaciom i los sus sequaces!
Viva la sociedade civil i la libertad de los puevlos!
9. Gerardinho2000 | 9/Novembro/2008 at 0:08
Todas estas palavras têm algo em comum: são cultismos. O galego oficialista, como variante do galego-português subordinada ao castelhano, assume sem crítica a acentuação espanhola. Poderias ser acrescentado no exemplo alguns nomes helénicos… mas bom, cuido que com isto já avonda
Por outra parte, o reintegracionismo como tal não se identifica com qualquer movimento. É como se me dizes que o isolacionismo é cousa do BNG (falso, por outra parte).
Maurício Castro Lôpez (ou Lopes, que também assim tem assinado moreias de cousas), por outra parte, pode escolher para o seu Manual a capa da que mais goste, que para algo tem também militância política activa e reconhecível (porta-voz nacional de Nós-UP).
Por certo, e os peliqueiros (ou são cigarrões? ou pntalhas? a verdade é que ignoro a diferença) também são símbolo político? Pertencem ao reintegracionismo em exclusiva?
Alema, esse argumento é de tão baixo nível que deverias apagá-lo do artigo 
10. alema | 9/Novembro/2008 at 0:21
#9
non se engane, gerardinho… o reintegracionismo en esencia é #8
acentuación española? galega, quererá dicir! por que o reintegrata é artificial? porque renuncia ao galego xa que ve por todas as partes ‘castelhano’ (e non me refiro ao noso amigo mega-reintegrata que escribe en castelán chungo para darme nos fociños)
e si, o maurício pode escoller a capa que máis lle guste… pero que casualidade… 99% dos sites reintegratas comparten esa simboloxía… ou non? dígame que minto
o dos cigarróns, pantallas ou o que sexa… era pa` darlle máis ‘realismo’ á proposta, seguro!
11. Gerardinho2000 | 9/Novembro/2008 at 0:27
#10 O 99%? Seguro? Donde tiras as cifras :D? Por outra parte, se a maior parte da gente que partilha o reintegracionismo tem uma determinada filiação política e quer fazer ostentação dela… é livre, ou? Mas a língua (e portanto, a sua ortografia) não é património de ninguém. E lembremos que o reintegracionismo, curiosamente, “nasceu” nos seminários
12. O Peto Lareto | 9/Novembro/2008 at 0:48
Gracias Alema, tentei reproduci-la pronunciación e pillei unha baixa por forzamento de músculos bucolinguais (ou como se chamen) e estres das cordas vocais (demasiada presión mediática).
Poñédeme un exemplo con geada (ou é jeada??) e a bo seguro que empalmo co Nadal. O do seseo o levo moito mellor, unha vez dominas os beizos deixas de tira-la baba polo peito.
13. lurinha | 9/Novembro/2008 at 1:01
Persoalmente, não me identifico muito com a estética da portada.
Parece-me algo demodé, como esses albumes de BD dos anos 50.
Mas, se ao autor lhe pareciu bem, ele é quem tém que escolher o que melhor lhe acaia para expressar a sua ideia.
Se você depois não gosta, esso não lhe tira validez à gramática do manual.
Nem os peliqueiros, nem os manifestantes, nem a rapaza co punho fechado em alto, intervém para nada na linguística do livro, digo eu.
Por essa regra de três, eu não tería feito os estudos de primária, nem de bacharelato. Com a diferença de que eu, não podia escolher. Tinham que ser esses livros de história,literatura e antes as enciclopédias Álvarez, com suas correspondentes portadas e ilustrações interiores. E histórias e anedotas de Indíbil, Mandonio, Viriato e o Heroi de Cascorro, entre outros.
Mesmo aprendim o Cara el Sol, a letra do hino espanhol de José María Pemán e o hino do Legionário e, por suposto, a vida e milagres de Onésimo Redondo, Calvo Sotelo, José Antonio, O General Mola, Millán Astray e, como não podía de outra maneira, do Caudillo de El Ferrol. Obrigatório.
Assim que por umha questão de estética e estilo da cuberta dum livro, não me diga você que se sente excluido do reintegracionismo. Esso só são desculpas e marioladas. O livro é um manual de língua. A portada, é um desenho e nada mais.
Se quere reintegre-se e, se não, não o faga, mas não ponha desculpas de rapaz pequeno, que não cré nem você mesmo.
14. alema | 9/Novembro/2008 at 9:50
#13
nótese como lurinha compara o manualzito reintegrata cos libros franquistas… mmmm interesante…
15. lurinha | 9/Novembro/2008 at 11:15
O manual, não.
A estética da portada, sim.
E sinto-lho bem, porque eu comparto o de se manifestar, o do punho fechado solidário e com conciência de classe operária e muitas mais cousas.
A diferença é que eu não as poría na capa dum livro de gramática. Nem tampouco essas cores tão tenebristas.
Mas, cada quem, como bem di Gerardinho, é livre de pôr o que queira na capa do seu livro, e pensar que esso lhe resta validez ao conteúdo neste caso, gramatical, é certamente umha pijada.
Como pensar que as estéticas franquistas iam modificar os rios do mundo, por exemplo, ou a propriedade conmutativa da suma ou do produto.
Já cho dizia minha avoa:
Tanto che tem dar no cú como no cú dar.
A história é mais susceptível de manipular, mas um manual de língua, é um manual de língua. Aquí, e em Tombuctû.
Por certo. Segue você na sua linha de “manipuladorzito”
16. castelhano | 9/Novembro/2008 at 13:39
#9
“… escribe en castelán chungo … ”
Quier dicer, Alema, admite usted que escrever castelhano com ortografia portuguesa e incorporando términos galhegos o de otros dialectos de la Lusofonia es ESCRIBIR EN CASTELAN CHUNGO.
Bom, admita entom que escrever em galhego com ortografia castelhana e incorporando términos castelhanos es ESCREVER EM GALEGO “CHUNGO”
Admita que su “galhego” (el isolata, el oficial) es “chungo” i acabáramos …
17. castelhano | 9/Novembro/2008 at 13:40
#12
El reintegracionismo requiere um cierto nível de inteligência i cultural que, infelizmente, no está al su alcance. Pruebe a practicar otros crioulos, no tendrá qualquier problema de pronunciaciom, lha que se baseam em misturar características de dos (o mas lenguas) i, mas importantemente, sim complejos.
18. franco vicetto | 9/Novembro/2008 at 13:48
Vaia argumentos subprime que manejas, Alema. A norma ILG-RAG soa assim de “natural”:
chofer, fluor (agudas); acne, antimísil, arquidiocese, ástur, atmosfera, conclave, diocese, elite, heroe, medula, mísil, neon, omoplata, parasito, réptil, téxtil, traquea (graves); alvéolo, amálgama, anódino, auréola, dínamo, endócrino, megálito, óboe, olimpíada, período, rubéola, termóstato, vacúolo (esdrúxulas).

19. castelhano | 9/Novembro/2008 at 13:55
#11 #13 #14 #15
Quiem quisier desligar el movimiento reintegracionista del contexto político está a enterrar la cachucha em la area.
El reintegracionismo nom es apenas el solo frente em la lucha por la justicia social i desenvolvimiento sustentável. Las fuerças capitalistas, globalizadoras, uniformizadoras, estám infiltradas em todas las instituciones políticas i culturales, internacionales, nacionales i regionales. Mas tambiem em las produciones culturales de todos los paises, como em programas tipo “Grande irmão”, “operaciom triunfo”, etc, em el futebol, em la música pop … panem et circenses …
De aí que esse manual pareza, aum mas por dentro, um manifiesto político.
Abajo el pútrido Reino de Espanha!
Abajo los deturpadores oficiales del GALEGO!
Abajo el servilismo i exclusivismo português!
Abajo la Europa del capital!
Viva la sociedad civil!
Viva a confederaçom de estados populares ibéricos!
Viva a Galiza ceive e lusófona!
Viva el castelhano (mas em Castilha i paises castelhano hablantes, i sim misturar com el galhego)!
20. Scaaveiro | 9/Novembro/2008 at 15:48
Eu proponho que a seguir fale da cousa esta, caro alema:
http://www.lavozdegalicia.com/galicia/2008/10/27/0003_7260808.htm
Já ve. O isolacionismo fai apologia do indepdendentismo mais radical e do racismo celta irracional.
xD
21. one2 | 9/Novembro/2008 at 19:10
claro, essas palavras som usadas no galego da rua cada pouco… a verdade é que nom lembro cando usei ũa palavra dessas; como di #9 som cultismos.
Por outra banda a mim soam-me igual de naturais que elite, parasito e período.
Como na Galiza na televisom o único que se escoita é castelão e máis castelão nom estamos afeitos nem à nossa própria língua, e claro, a única referéncia que temos destes palavros é o castelão.
22. one2 | 9/Novembro/2008 at 20:16
O manual já tem o seu tempo… e a forma «Lôpez» é a original e nom «Lopes», é como se eu escrever «des» e nom «dez».
Canto à ideologia, pois eu vejo ũa manifestaçom a prol do reintegracionismo onde hai algũa gente… do bng pode ser?
23. lurinha | 9/Novembro/2008 at 20:49
Senhor alema.
Semelha que hoje lhe estão a fazer ver o “manipuladorzito” que é você!
Certamente, é um pouco parviolo.
A quem se lho conte!
Escolher umhas palavras que só aprendemos a dizer em espanhol, recitá-las com voz do Pato Donald, e pretender fazer passar esso por umha dificultade do reintegracionismo!
Essas cousas só se lhe ocorrem a você, senhor alema.
Só quixera saber quantos anos tem.
24. castelhano | 9/Novembro/2008 at 21:03
Los efectos de la doma i castraciom de GaliCIa som biem patentes aqui: hablar galhego com sotaque castelám no da verguenha a naide, meter palavras castelhanas em el galego no da verguenha a naide tambiem no … ora, meta aí uma palavrinha em uso em Portugal, mesmo que sea etimológicamente galega (como, por otra banda, lo es casi todo el português padrom) i lha saltam los “castratti callaecii”: ui, como suena reintegrata! ai no! yo no puedo hablar assi, bueno …
Arriva España!
Simplesmente ridículo
25. alema | 9/Novembro/2008 at 22:02
de #15 a #24
debín atinar ben con este artigo porque se ve de lonxe que lles chegou á alma
eu máis ben creo que:
- chegaron á conclusión de que na vida serán capaces de falar desa maneira porque se verían raros… é lóxico
- chegaron á conclusión de que na vida verán a xente falar desa maneira
- chegaron á conclusión de que, fóra das estrelas vermellas, o reintegracionismo ten pouco futuro
por ese motivo, convídoos a que volvan ao redil… non perdan máis o tempo
iso dígollelo a todos menos a castelhano, que se ve de lonxe que prefire seguir facéndolle pupa ao reintegracionismo coas súas afirmacións tan moderadas… e tan afastadas da realidade, claro. en fin. el saberá. castelhano… aprenda do ludo-reintegracionismo porque vostede é máis ben borde-reintegracionista ou expoñente do extreme reintegrationism.
franco vicetto: tes razón. na norma RAG tamén hai palabras estrañas… pero non tantas coma na norma reintegracionista… que incorpora esas e unha chea máis… así pois, a palabras de acentuación pouco coñecida para a maioría da xente, gaña o reintegracionismo por goleada. iso hai que recoñecelo.
one2: quédame unha cousa clara. vostede, con tal de defender o reintegracionismo, sempre encontrará unha escusa… agora o xenuíno é “lôpez”… quite de aí…!

lurinha: claro que teño que ler… porque se quixese facelo sen ler sería imposible. igual ca vostedes… non os imaxino colocando o acento dese xeito nin “fartos de viño”
26. one2 | 9/Novembro/2008 at 22:59
Nom se trata de defender nada, trata-se da realidade. Nom fai falta buscar demasiado pra se informar:
http://www.agal-gz.org/modules.php?name=News&file=comments&op=showreply&tid=2564&sid=1686&pid=2562&mode=&order=&thold=
http://www.geneall.net/P/forum_msg.php?id=38625
27. alema | 9/Novembro/2008 at 23:02
#26 vostede sabe cantos reintegratas renegaron do -ez para ir ao -es? ai, diosmiíño… canto dano fai o reintegracionismo! non o ve!?
28. lurinha | 9/Novembro/2008 at 23:06
Não, senhor alema. É que a você ainda não o ouvim falar nesse galego RAG n 5 que di que fala. Nem com acentos prosódicos nem sem eles.
Só lhe ouvim umha leitura.
Eu refiro-me a umha conversa normal, inçada de castelanismos, ou em perfeito número 5, ou algo, mas que seja espontáneo e natural.
29. one2 | 9/Novembro/2008 at 23:33
#27 pois nom che sei, algũa cifra oficial ou é outra invençom tua?
30. one2 | 9/Novembro/2008 at 23:37
#25
Claro claro, prò senhor alema é ũa cousa de cantidade, usamos ũas poucas palavras corretas sempre que nom se nos façam moitas… nom é? agora entendo porque só existem com -zón «traizón» e «doazón» na norma ilg-rag, máis fariam-se-nos demasiadas…
31. alema | 9/Novembro/2008 at 23:40
#29 mire… cifras oficiais diso… pois non hai… que quere que lle diga! pero pola miña experiencia oín falar de bastantes reintegratas que trocan o -ez polo -es. non me faga buscar, porque sabe que os hai
32. one2 | 10/Novembro/2008 at 0:12
#31 haver sempre hai de todo, mais já vemos que tamém hai quem nom troca nada…
33. alema | 10/Novembro/2008 at 0:16
#32 haberá, pois, que facer un post para recordarlles aos que trocaron o apelido -ez por -es que, en realidade e segundo vostede, fixeron o parvo…
)
incluído josé manuel gonçales ribeira, a quen lle dediquei un artigo hai pouco http://alema.org/2008/09/03/galeguizar-os-apelidos-pode-converterse-nun-pesadelo-o-caso-de-ribeira/
(pero, insisto, hai máis… moooitos máis
34. one2 | 10/Novembro/2008 at 0:27
eu nom dixem isso… mentiras nom… eu aclaro que a forma com -ez é correta e que nom tem problema nengum, já que ti dás a entender outra cousa no artigo.
35. alema | 10/Novembro/2008 at 0:31
#34 pero vostede terá que admitir que, entre os reintegracionistas, hai quen pensa que os apelidos en -ez son castelhanismos horripilantes… ou non? (senón, non tería sentido que troquen o apelido).
en fin… é o malo do reintegracionismo… ten tantas variedades como utilizadores!
36. one2 | 10/Novembro/2008 at 1:56
Nom necessariamente; assi, por exemplo, pensam os que escrevem «não» que «nom» é um castelanismo? Nom. Simples escolha normativa. E já sei que hai quem fala de portunhol… igual que hai quem fala de lusismo referindo-se à norma ilg-rag…
Cousa que temos em comum co isolacionismo!
37. Gerardinho2000 | 10/Novembro/2008 at 10:35
#35 Nem um só reintegracionista apoia que os apelidos em -ez sejam castelhanismos. Ainda que não está claro, parece ser que as formas em -ez são as mais arcaicas, mas sempre alternaram com as formas em -es. Veja-se na actualidade o número de dobretes Bieites/Biéitez (mesmo com V), Róis/Róiz, Flores/Flórez, Pais/Páez (que são o mesmo apelido)…
Numa altura, em Portugal optou-se por homogeneizar de tal jeito que se reduzisse a necessidade de acentuar, daí que se primou o uso do -s final. Ainda hoje, porém, continua havendo portugueses com apelidos acabados em -z (não muitos, bem é certo), e eu próprio conheço algum Gómez português (que apesar de assim o lever no B.I., assina sempre como Gomes ;-)).
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