A ‘cursilada’ da letra do ‘Coelliño’ ben merece que lle metamos o dente

9/Setembro/2008

Bueno, 24 horas despois de publicar o vídeo do ‘Coelliño Orelliñas’ aproveito para comentarvos que copiei boa parte da letra da versión portuguesa, pero tiven que cambiar parágrafos enteiros porque simplemente non se entenderían a este lado da raia. Iso si, intentei manterlle as mesmas cursiladas ou parecidas para que ninguén se estrañase. Se vos parece, imos meterlle o dente á letra.

Imos por partes. Na primeira estrofa dise na versión portuguesa: “És o meu grande amor / sem ti a vida não tem cor /abraçar-te todo o dia /
a vida tem magia
“. Evidentemente, en portugués magia rima con dia. Pero en galego case ninguén sabe o que é a “maxía, polo que houbo que facer un troco. Para os reintegratas será “magia“, con acento no i, pero non para a maioría dos galegofalantes. Tamén metín a segunda forma do artigo en “Es o meu grande amor”, simplemente para recordar que tamén é un fenómeno propio do galego, aínda que eu persoalmente detesto grafalo (agradézolle infinito á RAG que como opción preferente recomende non escribir pero si ler a segunda forma do artigo).

Segundo parágrafo da versión portuguesa: “abraçinhos e beijinhos / vou te dar muitos miminhos / do fundo do coração / é para ti esta canção“. Abraços podería pasalo a abrazos pero mólame máis “apertas”. Miminhos” traducino por “mil aloumiños” posto que “mimo” en galego del normal é o tipo que fai mímica. Os mimos do castelán e do portugués en galego serían “mecos”. Os dous últimos versos tamén os cambiei porque “corazón” e “canción” riman en asoante, polo que preferín: “estou cheo de cariño / sonche o teu peluchiño”.

Seguinte estrofa: “és mais fofo que um pão-de-ló / dou-te beijinhos de esquimo / és o sonho mais bonito / meu peluche favorito“. O uso de “fofo” como sinónimo de “brando” está alí máis estendido ca aquí, se cadra. O pão-de-ló, simplemente, pouca xente o controla por Galicia. Fíxense que no portugués non existe o “che”, por iso eu intento utilizalo non só cando corresponde senón tamén como dativo de solidariedade, propio do galego e non do portugués: “Sonche o teu peluchiño”.

E por último, a traca final: “não imagino a cheri / a coisa mais doce que vi / és a minha estrela guia / sem ti não tenho alegria”. Que carallo é a cheri? Nin puta idea. Houbo que cambiar outra vez.

Bueno, aquí tedes a versión en portugués internacional de Portugal. Por favor non comparedes a calidade vocálica das dúas versións porque, evidentemente, aí saio perdendo :D

Conclusión: o galego é un idioma con características propias que ben merece unha versión á parte. Se portugués e galego fosen o mesmo idioma, non faría falta unha adaptación do Coelliño Orelliñas, unha canción cursi, cursi, cursi como poucas. Por certo, algunha suxestión para adaptar a palabra ‘cursi’ ao galego? A min non se me ocorre ningunha. En portugués dise “brega“, pero a min recórdame a unha mestura entre “braga” (que alí se di “cueca“) e “verga” (que aquí pode significar “carallo”)… e creo que non é plan.

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Coming up tomorrow: Castelhano vai demostrarnos que un galego pode ler en portugués (outra cousa é o resultado final, claro) ;-) Stay tuned

Artigo gardado en: fricadas, humor, lingua, reintegratas

92 comentarios Deixa o teu comentario

  • 1. lurinha  |  9/Setembro/2008 at 0:27

    Podes fazer como umha minha vizinha velha que já morreu há tempo, que aos que eram assim, muito requintados, chamava-lhes perripís, porque um dia ouviu a alguem dizer “repipi” que mira que se loce o espanhol com certas palavrinhas.
    Aos supositórios chamava-lhes possitivos de pôr polo curso e dizia que o seu neto Modestinho casara tão novo porque a moça lhe pús na bebida umha aldroga de “Vente conmigo”.
    Vinha sempre ajudar a debulhar o milho nas noites de inverno, e fazia mais levadeira a noite com candil e velas, os lostregos que não paravam de cair no para-raios do transformador que ficava de par de nós, na casa do lado, que eram os que tinham a lús da vila e arredores e faziam pôr os pelos de ponta.
    Escachabam na terra e todo tremia coma se se for abrir o chão e nos fosse engolir.
    Minha avoa, que era muito crente, mas anti-clerical irredenta, juntava as mãos e dizia:
    “Aplaca, deus, tu ira”.
    Nós, menos melodramáticos, “Santa Bárbara Bendita…”
    Que tempos…!
    Já sei que tinhamos muitas necessidades, mas éramos totalmente auténticos.
    Nunca mais volvim a atopar tanta autenticidade em ninguém, agás nos tolos. Por esso lhe tenho tanta lei.
    Respeito à adaptação que você fai ao “galego”, opino que é totalmente innecesária.
    Simplesmente é umha questão de fala. A escrita é totalmente galega. Só há que ver as parvadas sem importáncia que corrigiu.
    Claro que, quando um não tem nada milhor que fazer, sempre pode trucar cos cornos no cú

  • 2. alema  |  9/Setembro/2008 at 0:40

    é necesario, é… mire se é necesario que se fagan adaptacións ao “galego”, como vostede di, que me vexo na obriga de recomendarlle que non empregue “innecesário”. iso non existe. é unha trapallada. en portugués dise “desnecessário” e en reintegrata “inecessário” (porque desnecessario non o di nin cristo bendito).
    non se dá de conta, lurinha, que vostede se refuxiou no portugués porque o ‘castelán’ a afogaba e non fai máis que caer e caer e caer na normativa oficial? :D :D
    e como iso milleiros de cousas. non fuxa do galego, lurinha, fágame caso.
    os “perripís” da súa veciña son máis auténticos que calquera esforzo por parecer o que non se é ;-)

  • 3. lurinha  |  9/Setembro/2008 at 0:55

    Você, por um casual, é crego?
    Porque vaia homilias lhe saem…
    Se não é crego, foi seminarista.
    E não se requinte tanto, que aquí não andamos de passeio pola rua Real.

  • 4. lurinha  |  9/Setembro/2008 at 0:58

    E fala dos reintegratas…
    Você é um perripí de muito nabo…

  • 5. alema  |  9/Setembro/2008 at 0:59

    non, simplemente intento enfrontala á realidade :D

  • 6. alema  |  9/Setembro/2008 at 1:01

    #4
    Como eu vivo na cidade
    Compro a fruta já madura
    Gostaria de perceber
    Um pouco de agricultura.

    Quando vou à praça e penso
    Na origem da hortaliça
    Tomates, pepinos e grelo,
    Só de olhar metem cobiça.

    E porque a couve tem talo
    E o bacalhau tem rabo
    Se o feijão verde tem fio
    Porque não tem talo o nabo?

    Se a banana tem cacho
    Toda a uva tem que tê-lo
    Já pensei muitas vezes
    Porque não tem talo o grelo?

    O nabo não tem talo
    Que é tamanho reduzido
    Mas lá no fundo da terra
    O repolho tem talo comprido.

    Como o bacalhau tem rabo,
    E acompanha esta verdura,
    Explique cá pra mim,
    Quem souber de agricultura.

    REFRÃO

    Se um dia o pepino tem fio,
    Então já não tem talo o grelo,
    Anda o mundo às avessas,
    Já não se pode comê-lo.

    É melhor pra toda a gente,
    Que as coisas fiquem assim,
    Quem souber de agricultura,
    Poderá explicar pra mim.

    REFRÃO

    Se um dia o pepino tem fio,
    Então já não tem talo o grelo,
    Anda o mundo às avessas,
    Já não se pode comê-lo.

    É melhor pra toda a gente,
    Que as coisas fiquem assim

  • 7. one2  |  9/Setembro/2008 at 1:06

    O galego é un idioma con características propias que ben merece unha versión á parte.

    Claro que é um idioma com caraterísticas próprias, senom nom seria um idioma xD

    Se portugués e galego fosen o mesmo idioma, non faría falta unha adaptación do Coelliño Orelliñas

    Claro que fai falta, exatamente igual que hai dobrages em ‘português’ de Portugal e do Brasil.

  • 8. alema  |  9/Setembro/2008 at 1:08

    #7 gran noticia! one2 certifica que o galego é un idioma!

  • 9. one2  |  9/Setembro/2008 at 1:30

    #8 eu nunca dixem o contrário…

  • 10. lurinha  |  9/Setembro/2008 at 1:31

    E de onde tira você a conclusão de que o galego não é um idioma?
    É um idioma. O mesmo idioma que o português de Portugal e o do Brasil, e o de Moçambique…
    Cada um com suas formas próprias.
    Pero vós, ché, armás un quilombo por cualquier cosa, pibe…!
    La concha de tu madre, que no parás de joder…!
    Andate a hacer pochoclo y te sentás a comerlo y dejá de decir boludeces!

  • 11. Gerardinho2000  |  9/Setembro/2008 at 8:54

    Alema, alguns apontamentos ao teu versionado:
    1) A mal chamada “segunda forma do artigo” é um fenómeno também existente em Portugal, igual que o é a mal chamada “terceira forma do artigo” (tipo “be-no sei”, “no-na tenho” ou “passai-no bem”). É claro que se trata de um fenómeno dialectal e em regresso desde a extensão da alfabetização. É um fenómeno da oralidade que nem necessariamente deve ser grafado (entre outras cousas, porque nem todo o mundo a utiliza, nem todos os galegos, sobretudo quanto mais ao oriente), igual que acontece com as contracções (”prá”, “có”, “né” por “para a”, “que o”, “não é”).

    2) “Aperta” por “abraço”? E achas que a primeira é mais galega do que a segunda?? Aperta é apertar, ou seja, abraçar algo ou alguém com força. Se o queres utilizar como sinónimo, estás no teu direito, mas há a mesma diferença entre ambas as duas formas que entre “ver” e “mirar”, “escuitar” e “ouvir” ou, se me apuras, “andar” e “correr”.

    3) O problema de “magia” tem doada solução: que o galego ILG-RAG deixe de adaptar os neologismos e cultismos do castelhano. Intuo que concordarás (ou deverias) em que para um “gallego do pueblo” soa igual de raro “maxía” do que “contorna” (contorno) ou “icona” (ícone, *icono).

    4) “Meco” é a forma galega de “mimo”? Sim ho, e que mais? :p Para mim o Meco é um ser mítico :D A sério, “mimo”, “mimoso” e “mimosa” são formas perfeitamente galegas, enquanto “meco” é a forma carinhosa que se usa com as crianças para lhes dizer “mimo”. Ainda, “meco” como algo positivo ou “mimo” tampouco é a principal acepção do termo, como podes comprovar no e-Estraviz. Afirmar o contrário é simplesmente contribuir a espalhar sem critério o diferencialismo (igual que “aperta” por “abraço” ou “bico” por “beijo”, etc.).

    Petons!

  • 12. lurinha  |  9/Setembro/2008 at 9:21

    Em toda a minha vida ouvim o de “meco”.
    Se lhe digo a verdade, pensei que era o entruido. Em Santiago chamavam-lhe assim.
    I ara, como el Geraldinho va començar, jo també vol dir alguna cosa en catalá.
    Adeu, si hau.
    La veritat és que no sé si es catalá de Lleida, de Girona o de Tortosa.
    Pot ser el senhor alema pot diferenciar.
    Merci.

  • 13. Gerardinho2000  |  9/Setembro/2008 at 9:32

    #12 É um prazer ver que há tanta gente catalanófila no reintegracionismo :)) Claro que a maior parte dos que conheço são-no pola via valenciana, hahahaha :)

  • 14. alema  |  9/Setembro/2008 at 9:56

    #10 xa me parecía a min… é o galego é un idioma… faltaba a recua de apelidos de sempre… para min o galego é un idioma cunha orixe común pero hoxe en día independente do portugués…

    #11
    1) non sei por que lle chaman terceira forma do artigo a algo que non é un artigo (o ‘no’ de ‘bem-no sei’ que pon como exemplo non é un artigo, é un pronome non?)
    2) xa dixen que podía optar por unha ou por outra. por que non vou dicir ‘aperta’ se expresa o que quero dicir? por que é galego, se cadra?
    3) o tema das palabras que se acentúan en sílabas diferentes en galego e en portugués dá para un artigo completo, pero vaia… eu prefiro dicir “maxia” sinceramente antes ca “maxía”; a primeira forma, con acento no a, emprégase no castelán e no catalán. ademais, “maxia” está amplamente documentado na literatura galega moderna (ver TILGA).
    4) ‘diferencialismo’ vs ‘mimetismo’… mimetismo é o que se promove moitas veces por parte do reintegracionismo: por imitar o portugués, substitúense formas plenamente galegas por outras foráneas (unha pena)

  • 15. Gerardinho2000  |  9/Setembro/2008 at 10:09

    #14

    1) non sei por que lle chaman terceira forma do artigo a algo que non é un artigo (o ‘no’ de ‘bem-no sei’ que pon como exemplo non é un artigo, é un pronome non?)

    Devo estar ainda a dormir, que nem pôr exemplos sei :p Tens razão, tens. Terceira forma do artigo seria o caso de “ponhem-na mesa” (em grafia isolacionista, “poñe-na mesa”) ou “colhem-no peixe” (* “colle-no peixe”).

    2) xa dixen que podía optar por unha ou por outra. por que non vou dicir ‘aperta’ se expresa o que quero dicir? por que é galego, se cadra?

    É galego e é português e, obviamente, ninguém che priva de usares essa palavra, mas tendo em conta que não é um sinónimo perfeito de “abraço” (como digo, é tão sinónimo de abraço como “ver” de “mirar”).

    3) o tema das palabras que se acentúan en sílabas diferentes en galego e en portugués dá para un artigo completo, pero vaia… eu prefiro dicir “maxia” sinceramente antes ca “maxía”; a primeira forma, con acento no a, emprégase no castelán e no catalán. ademais, “maxia” está amplamente documentado na literatura galega moderna (ver TILGA).

    A literatura galega moderna é a que utiliza o sistema gráfico do castelhano, verdade? Aí já o dizes tudo :D Mui poucas palavras se acentuam “de seu” diferente aquém e além Minho. Mas dentro do próprio país (do nosso) também temos casos de acentuação diferente (”páxaro” VS “paxaro”, “andávamos” VS “andavamos”, etc.). “Maxia” no galego é influxo do castelhano. Pensa que aqui temos, por exemplo ,a palavra “magim” (*maxín), que intuo terá alguma familiaridade com “magia” (*maxía) :D

    4) ‘diferencialismo’ vs ‘mimetismo’… mimetismo é o que se promove moitas veces por parte do reintegracionismo: por imitar o portugués, substitúense formas plenamente galegas por outras foráneas (unha pena)

    Manda truco! E o isolacionismo imita do castelhano e não te admiras por isso :D!?

  • 16. alema  |  9/Setembro/2008 at 10:58

    con todos os defectos que ten (e que ninguén nega) a norma da RAG é moito máis independente do castelán do que a reintegracionista do portugués. polo tanto, a norma AGAL é infinitamente máis submisa a un idioma alleo.

  • 17. lurinha  |  9/Setembro/2008 at 11:09

    Mimo em galego normal é um tipo que fai mímica?
    Senhor alema, a maioria da gente que me arrodeia, não sabe o que é um mimo dos que você di, mas os mimos de carinho conhece-os todo o mundo dos Ancares a Fisterra e da Capelada a Tui.

    Pourquoi dites-vous tant de bêtises?

  • 18. Gerardinho2000  |  9/Setembro/2008 at 11:24

    #16

    1) A português não é um idioma alheio. E, se o for, a quem ou a quê seria alheio?

    2) A norma isolacionista é infinitamente mais submissa, já que é um decalque perfeito do castelhano.
    2.1.- Idênticas regras de acentuação.
    2.1.1.- Particularmente grave que prescinda de signos gráficos que sirvam para diferenciar vogais abertas das fechadas, ausência lógica no castelhano (por não existir a diferença), mas insólita noutra língua românica com mais de cinco vogais.
    2.2.- Assume também a adequação língua falada=língua escrita.
    2.2.1.- Como derivado do anterior, toma o alfabeto castelhano e prescinde dos grafemas que não têm correspondência fonética no galego.
    2.3.- Assume como própria parte da (orto-)morfologia do castelhano, inclusive no que diz respeito de não separar artigos e pronomes dos seus verbos.
    2.4.- Neologismos e cultismos “adaptados” através do castelhano, sempre.
    2.5.- Ao existirem palavras comuns em galego e castelhano (comarca, lábio,carícia…), fomentam-se sinónimos imperfeitos e variantes mui dialectais para aumentar artificialmente a distância entre os dous idiomas (bisbarra, beiço, agarimo…). Isso é diferencialismo, fenómeno provocado por um complexo de inferioridade respeito de outra língua, e clara amostra de submissão.

    E poderia seguir, mas acho que com isto basta.

  • 19. lurinha  |  9/Setembro/2008 at 11:37

    Eres mi gran amor

    Sin tí la vida no tiene color

    Abrazarte todo el día

    Es toda una alegría

    Abracitos y besitos

    Te voy a dar mil mimitos

    Estoy lleno de cariño

    Soy tu peluchito.

    En la en la en la en la en la en la, etc

    A tu lado estaré

    Besitos yo te daré

    Eres el sueño más lindito

    De cualquier conejito

    Abracitos y besitos

    Te voy a dar mil cararantoñitas

    Estoy lleno de cariño

    Soy tu peluchito

    En la en la en la etc.

    No imagino vivir

    Si no estás junto a mí

    Eres mi estrella guía

    Sin tí marcha la alegría

    Abracitos y besitos

    Te voy a hacer mil carantoñitas

    Estoy lleno de cariño

    Soy tu peluchito

    En la en la en la, etc

    Eres mi gran amor

    Sin tí la vida no tiene color

    Abrazarte todo el día

    Es toda una alegría

    Abracitos y besitos

    Te voy a hacer mil carantoñitas

    Estoy lleno de cariño

    Soy tu peluchito.

    Diga-me. Se náo for pola grafia subsidi+aria do espanol que vocë emprega, de verdade acredita em que a versáo galega tem mais em comum com a espanola que com a portuguesa?
    E conteste de verdade, de coração.

  • 20. lurinha  |  9/Setembro/2008 at 12:08

    O espanhol, desde logo, é muito mais cómodo.
    Imagine para mim, que fum alfabetizada e iniciada na leitura, escritura e literatura integramente em espanhol.
    Para mim supõe um esforço grande escrever em galego reintegrado.
    Mas tento-o cada dia. Quando empecei, era um desastre, mas não me desanimei. Vou aprendendo de vagar, e sinto que recupero o que tinha que ter sido meu desde sempre: A capacidade de me expressar, lêr, escrever na minha língua, sem interferências alheias.
    È triste de dizer, mas deprendim a escrever e a lêr antes em francês do que em galego. E a pregar em francês, e a conjugar verbos…Esso teria que lhe dar a clave para compreender a situação do galego fronte ao espanhol.
    Claro que é fodido andar no conjugal, ou no Estraviz, pesquisar a forma de escrever sem cair na dependéncia alheia.
    Mas…sabe o qué? É um caminho que paga a pena percorrer, porque, ainda que vou e venho, para adiante e para atrás, tratando de conciliar o galego das minhas lembranças-o de agora fica deturpado polos anos de castração- com as escritas e normas, ao fim, o que prevalece sempre é o que eu quero e, de vagarinho, vou indo cara a independência.
    E quando digo independência é aplicável a tudos.

  • 21. Gerardinho2000  |  9/Setembro/2008 at 12:28

    #20 Com certeza. Tendo em conta que o reintegracionismo está proscrito nos planos de estudo (em todo o meu percurso polo ensino obrigatório só se dedicou a ele entre 15 e 20 minutos numa aula e galego, já no instituto), não temos porque nos envergonhar por precisarmos recorrer a materiais impressos ou electrónicos para escrever na nossa língua. Melhor isso do que fazer como a maior parte da gente dos nossos conterrâneos, que é escrever com gralhas e sem pretensão de correcção.

  • 22. alema  |  9/Setembro/2008 at 12:34

    #18
    1) o portugués é un idioma independente do galego (os portugueses non admitirán nunca como propias as variedades do galego, e ben que fan!)
    2) voulle demostrar que non é tan submisa como vostede di
    2.1) as regras de acentuación non son unha copia tal cal das normas do castelán. se así fose, o plural de animal debería acentuarse ‘animáis’ e non é tal. por poñer un exemplo. pola contra, o reintegracionismo COPIA TODA A norma do portugués.
    2.1.1.) o único signo gráfico que no portugués se emprega para distinguir timbres de vogais abertas e pechadas é o acento circunflexo (^) practicamente. e faino para marcar vogais que son pechadas en portugués pero que en GALEGO non teñen por que selo (independência, por exemplo).
    2.2) claro que asume lingua falada=lingua escrita: para mellor alfabetización dos seus falantes… e iso é algo positivo, para que carallo vou escribir J se eu non uso o fonema que representa esa letra! O galego RAG ten letras e dígrafos para representar fonemas que non existen no castelán: sobre todo X e NH
    2.3) o tema dos pronomes e dos artigos non é ningunha copia. somos os únicos que fundimos os pronomes ao verbo?
    2.4) e 2.5) En que quedamos? O galego estándar copia ou non copia do castelán? Porque dá dúas versións algo contraditorias.

    O que si que é un feito innegable é que a norma reintegrata pretende ser un calco acrítico do portugués, submiso.
    A norma oficial do galego non o é con respecto ao castelán.

    #19 o único que demostrou aí vostede é que usou un tradutor automático… máis nada

  • 23. alema  |  9/Setembro/2008 at 12:40

    #21 vostede quere elevar a trapallada á categoría de gramática? :D xD decepcióname :D
    mire, o portugués é un idioma ao que hai que terlle moito respecto porque a pesar de que mola mogollón xogar a ser portugueses o fácil é cagala á primeira de cambio. :D que horror! andar falando e pensando cada minuto… e cantas gralhas cometería?

    arriba a naturalidade! fóra artificios! vivamos como galegos! :D

  • 24. lurinha  |  9/Setembro/2008 at 12:45

    Porque o português tamém tem muitas influêcias do espanol:tempos compostos e vocabulário, por exemplo.
    Mas a mim essas cousas não me vão fazer mudar.
    Nunca vou dizer havia escuitado ou louco, se tenho escoitara e tolo. O de posso e podo já o tenho claro. O de -ion tamém, mas aí dou-lhe a razão ao padrão português, porque penso que a tem.
    Ainda que tenha um galego coloquial deturpado polo espanhol-Após tantos anos não é de estranhar- ainda conservo bem espilida a cabecinha.
    Por certo. Savia você que trabalhei fora dando clases de espanhol? Sem problemas. Falo e escrevo un bom espanhol. Estudei o Gili Gaya enteirinho no COU e até sei quando se di “Cuando yo hube comido, llegó él” e a diferência que hà com “Quando yo ya había comido, llegó él”.
    O que me amola é que esso mesmo não mo ensinassem tamém em galego e que tenha que o deprender soinha, porque agora vem com essa cousa mesturada de espanhol que não é o que eu acredito como minha língua.
    Meu primeiro professor de galego foi João Verdini, e de certo que era um muito bom professor. Ele ensinou-me a escrever em galego, com aquela primeira normativa, aló polo ano 1974.-Jà choveu!-
    Só o vim mais umha vez, mas fico agradecida por ter sido um bom professor. Após trabalhei na Galiza, em Barcelona, no Al Magreb. Dei áulas em espanhol em galego, e mesmo alguma em catalã, mais como valor testemunhal que científico.
    Todas as linguas são fermosas e de todas gosto. Tudo o que lim até os trinta anos, foi em espanhol, porque, ao princípio, custava-me lêr em galego. Supunha um esforço para mim, que ficava absorbida por outras cousas: Criança de três meninhos que cabiam debaixo dum cesto, preparação das opossições, e muitas cousas mais.
    Mas, emquanto tivem tempo, comecei a querer recuperar o que era meu e me tinham roubado.
    Empecei por lèr o Afirma Pereira em português e decatei-me de que era muito próximo ao galego. Que só variavam algumhas formas e o jeito de grafar. Tomei-lhe gosto ao Tabucci e veu A cabeça cortada de Damasceno Monteiro. Logo o inconmensurável Pessoa, Saramago. Um dia agasalharom-me um disco de Joan Manuel Serrat que canta suas canções a duo com cantantes brasileiros e tomei conciência de que o percebia tudo e só havia umha diferência fonética entre eu e aetano Veloso, ou Maria Bethánia, ou Gal Costa.
    De súpito, atopeime muito mais cómoda lendo em português do que em espanhol. Como se estiver mais dentro da minha casa, mais identificada.
    Logo, cada vez que ia ou cruzaba Portugal, sentia inveja por ver todos os cartazes em galego e, ao traspassar a raia, a merda do espanhol outra vez.
    Um dia lim um texto escrito em galego AGAL e pareciu-me tão consistente, tão digno e tão bem escrito-já não me lembro que texto era- que entrei na página. Empecei a fazer jogos para o Planeta NH. Devim de fazer perto de trinta. Eles tinham que me corrigir mas o Valentim era tão amável e bem educado, que era um prazer aprender das suas correições. Nunca se impunham. Consultavam antes comigo até que lhe dei permissão para corrigirem o que eles quixer sem me consultar.
    E, agora, vou paseninho, paseninho, pola tarde calada de Bastavales caminho.
    E desculpas se me estendim muito.
    E quero lhe agradecer novamente a one2 por me dar o endereço do conjugal online. Fico encantada.

  • 25. lurinha  |  9/Setembro/2008 at 12:51

    É a sua canção traduzida ao espanhol. Literalmente, desde logo, mas não automática.

  • 26. alema  |  9/Setembro/2008 at 12:52

    #25 lurinha, o seu tradutor automático traduciu
    na na na na na
    por
    en la en la en la en la en la en la

    non me diga que non usou un tradutor automático!! :D

  • 27. Gerardinho2000  |  9/Setembro/2008 at 13:00

    #23 Não percebi esse comentário… resulta-me críptico :p

    2.1) as regras de acentuación non son unha copia tal cal das normas do castelán. se así fose, o plural de animal debería acentuarse ‘animáis’ e non é tal. por poñer un exemplo. pola contra, o reintegracionismo COPIA TODA A norma do portugués.

    É das poucas excepções, mas em essência segue o mesmo critério. O reintegracionismo copia toda a acentuação do português… porque é galego! :D Se o galego oficialista assumir que galego=castelhano, pois ainda seria entendível, mas…

    2.1.1.) o único signo gráfico que no portugués se emprega para distinguir timbres de vogais abertas e pechadas é o acento circunflexo (^) practicamente. e faino para marcar vogais que son pechadas en portugués pero que en GALEGO non teñen por que selo (independência, por exemplo).

    Independência é e pode ser perfeitamente uma palavra com “e” fechado, e de facto muitos galegos assim o pronunciam. A pronúncia aberta é um fenómeno chamado “metafonia por -a final”, polo que a vogal tónica abre o timbre para igualar o ‘a’ (que é uma vogal que tende a ser aberta). O fenómeno contrário é, por exemplo, o de “metafonia por -o final”, polo que a vogal tónica se fecha em analogia com um -o (como a pronúncia “ôlho” por “ólho”, comum no galego ocidental e no português padrão).

    Por outra parte, o critério perde validez. Mesmo assumindo que a pronúncia maioritária na Galiza é a de “independéncia”, porquê não grafá-lo assim? Os brasileiros grafam “grêmio” e os portugueses “grémio” (esta última coincide com o galego), e os brasucas põem “prêmio” (coincidente com o galego) onde os tugas escrevem “prémio”.

    Ainda, outras palavras não oferecem discussão: francês, português, revés (ou invés), tónica… Tampouco no catalão todo o mundo diz “ell és” (ele é), e sobretudo nas falas setentrionais tendem a dizer “ell ès”, mas como a norma culta opta pola vogal fechada, ninguém o põe em causa. Aqui, como sempre, um passo por trás.

    2.2) claro que asume lingua falada=lingua escrita: para mellor alfabetización dos seus falantes… e iso é algo positivo, para que carallo vou escribir J se eu non uso o fonema que representa esa letra!

    Os galegos não somos mais parvos do que os próprios portugueses, catalães, etc. Para melhor alfabetização teríamos de prescindir do V (que não existia no latim!!), do grupo G+U, etc. Um ilustre isolacionista tem dito que já que o galego não tem o fonema “j” do castelhano, e já que tampouco tem o “j” do português, não faz sentido escrever “guitarra” com esse dígrafo, e teríamos de escrever GITARRA, e do mesmo jeito GERRA, ABURGESAR, etc. Igual que fazem os bascos…

    O galego RAG ten letras e dígrafos para representar fonemas que non existen no castelán: sobre todo X e NH

    Sobretudo? Unicamente, mais bem. E esse NH só existe em “UNHA”. Falsamente quer-se introduzir em palavras em que nunca se utilizou (iNHibir, aNHídrido, etc., quando todo o mundo diz INIBIR, ANÍDRIDO…), como prova a facto de serem todas cultismos ou neologismos que nenhum galego-falante utilizou até o século passado com a extensão do ensino obrigatório.

    2.3) o tema dos pronomes e dos artigos non é ningunha copia. somos os únicos que fundimos os pronomes ao verbo?

    Na prática escrita, que eu saiba, sim. Bom, também os asturianos e aragoneses o fazem (adivinha o que partilhamos? :D Sim, o Ñ e alguma outra cousa :D). Os catalães separam-no (”fugir-ne la galera”, “t’hi vaig dir”, “fixa’t”, etc.), os franceses também (”j’y vais”, “je m’appelle”, “toi te en vas”…).

    2.4) e 2.5) En que quedamos? O galego estándar copia ou non copia do castelán? Porque dá dúas versións algo contraditorias.

    Versões contraditórias? Acho que fica mais do que claro que copia :D

    O que si que é un feito innegable é que a norma reintegrata pretende ser un calco acrítico do portugués, submiso.

    Se fosse um calco acrítico, a AGAL não defenderia as terminações -om e -ám, formas verbais como “faga” (faça) ou “fijo” (fez), o pretérito terminado em -o (*houvo por houve), preeminência de léxico maioritário na Galiza por formas maioritárias portuguesas (”tampouco” por “também nom”, “aforrar” por “poupar”, etc.), e bastantes mais.

    A norma oficial do galego non o é con respecto ao castelán.

    Se o dizes a sério, acho que és muito benévolo ou ingénuo ;)

  • 28. alema  |  9/Setembro/2008 at 13:09

    #27
    Vostede di por un lado

    O reintegracionismo copia toda a acentuação do português… porque é galego!

    e logo di

    Se fosse um calco acrítico, a AGAL não defenderia as terminações -om e -ám, formas verbais como “faga” (faça) ou “fijo” (fez), o pretérito terminado em -o (*houvo por houve), preeminência de léxico maioritário na Galiza por formas maioritárias portuguesas (”tampouco” por “também nom”, “aforrar” por “poupar”, etc.), e bastantes mais”

    se o portugués fose galego e o galego fose portugués non terían que andar con esas lerias, e dígolle máis: o portugués xamais aceptará como variantes súas os sufixos en -om, o fijo, o houvo, o aforrar, e todos os exemplos que vostede puxo. iso teñen que aceptalo na AGAL porque non lles queda outra para non parecer máis “marcianitos” na súa terra.

  • 29. Gerardinho2000  |  9/Setembro/2008 at 13:24

    #28 Nem falta que lhe faz ao português aceitar terminações tão pouco rendíveis como essas em -om… Se a AGAL aceita essas e outras soluções é porque não pretende diluir o galego no português, mas, precisamente REINTEGRAR, volver unir o que artificiosamente se separou. E se evolução natural do galego é dizer “coraçom” (natural também no NO do Brasil e boa parte da zona setentrional de Portugal), pois a AGAL aceita-o. A AGAL assume tudo o que seja galego (e português), mas não o que seja flagrante castelhanismo.

    Parece mentira, Alema, que a estas alturas do conto não saibas o que é que persegue a AGAL :D

  • 30. alema  |  9/Setembro/2008 at 13:34

    #29 dáse de conta que a AGAL propugna unhas normas que non son “rendíveis”? o que separou o galego do portugués foi a historia e a historia, infelizmente, non se pode reescribir. a solución de acabar as palabras en -om cando o normal é que o galego pasase a -ión si que é artificioso.
    a evolución natural do galego é a que é: cos seus condicionantes sociais e históricos; negar eses condicionantes, facer rewind e fast-forward como se aquí non pasase nada é un xeito máis de matar a lingua (galega).

  • 31. lurinha  |  9/Setembro/2008 at 13:40

    Pois não. Mas, como eu sou tão ligeira como um foguete, não reparei no lalala nem no nanana.

  • 32. lurinha  |  9/Setembro/2008 at 13:48

    Vocês hão de ter em conta que as minha faculdades ficam um chisquinho minguadas, porque levo mais dum ano e meio sem sair da casa e com a cabeça algo densa, como dim os argentinos e a inteligéncia emocional algo disparada. Em condições normais, sou mais fiável.
    Hahahahahaha!

  • 33. Gerardinho2000  |  9/Setembro/2008 at 13:50

    #30

    dáse de conta que a AGAL propugna unhas normas que non son “rendíveis”?

    E porque achas que eu não escrevo habitualmente na norma da AGAL :D?

    o que separou o galego do portugués foi a historia e a historia, infelizmente, non se pode reescribir.

    Mas as injustiças é claro que se podem reparar. Se aceitamos “galego” como palavra galega (historicamente estava perdida e morta no idioma diário), porque não muitas outras formas?

    a solución de acabar as palabras en -om cando o normal é que o galego pasase a -ión si que é artificioso.

    Normal? Repassa o TMILG, repassa a escrita de Pondal, repassa os dicionários do XIX a ver o que é normal :D

    a evolución natural do galego é a que é: cos seus condicionantes sociais e históricos; negar eses condicionantes, facer rewind e fast-forward como se aquí non pasase nada é un xeito máis de matar a lingua (galega).

    Qual é a evolução “natural”? A assimilação de castelhanismos a eito? Ao contrário do que tu indicas, fazer do galego um idioma sério, de verdade, “extenso e útil”, é o único jeito demonstrado que salvar o idioma. Os flamengos fizeram-no e passaram de ser 1/3 da população belga aos actuais 2/3. Influiu a demografia, é claro, mas também que o triunfo do reintegracionismo prestigiase o flamento, língua da classe obreira, e que os pais deixassem de falar valão com os seus filhos se queriam que fossem alguém (sobretudo em Bruxelas).

    Saúde.

  • 34. alema  |  9/Setembro/2008 at 14:01

    - as inxustizas pódense reparar ata certo punto… e o punto é non seguir ao pé da letra un idioma con evolución diferente (o portugués)
    - cita vostede a pondal, onde están o resto dos escritores galegos? queimámolos na fogueira reintegracionista? :D
    - eu dígolle que, coa norma reintegrata oficial, perdemos falantes figho fighísimo. non podo apostalo, porque non se vai levar a cabo, pero conte con esa premisa.

  • 35. Gerardinho2000  |  9/Setembro/2008 at 14:26

    #34 Que outros escritores galegos? Os que sem mais assumiram a norma galego-castelhana? :D

  • 36. alema  |  9/Setembro/2008 at 14:28

    #35 si, eses… o 99,9 :D

  • 37. lurinha  |  9/Setembro/2008 at 14:44

    Esses fariam como fazia eu. Como não ia asumir a norma castelã se, para escrever, não havia outra!
    Já se ocuparam bem de que assim for aló pola metrópole do império.
    “Por el Imperio hacia Dios!”
    Mecagho numha chispa!

  • 38. alema  |  9/Setembro/2008 at 14:46

    #37 aquí e noutros foros xa discutimos varias veces que os escritores galegos coñecían a norma portuguesa e que optaron libremente polo galego, non polo portugués. pero bueno, xa se sabe que outro dogma é facer parvos os nosos escritores… :D

  • 39. lurinha  |  9/Setembro/2008 at 14:47

    Os de antes. Os de agora, fam-no polo mesmo motivo. Só que agora, o império não vai cara o deus abstracto, vai cara o deus euro concreto das subvenções, vendas aseguradas e demais.

  • 40. one2  |  9/Setembro/2008 at 14:49

    #28 haha como nom hai máis argumentos tiras por outro lado, nom é?

    #30 rendível? A única norma nom-rendível é a ilg-rag. Por exemplo, com esses -mn- ou -nn- como em «columna» que na realidade se pronuncia «coluna». Por que manter esses grupos cultos? Pois o único motivo que pode haver é pra coincidir co castelão.

    A história nom se pode rescrever, é certo, mais nom fai falta rescrever nada. A história vai-se escrevendo dia a dia, nós formamos parte dela e de nós depende escrever ũa cousa ou outra.

  • 41. lurinha  |  9/Setembro/2008 at 14:52

    Favor, senhor alema! O que nos quer fazer parvos, é você a nós!
    Se o processo reintegrador se tiver feito no seu momento, agora não haveria esta leia.
    Mas há muitos condicionantes que conformam a realidade da Galiza,-mesmo genocídios a esgalha- e há que ficar a vê-las vir berrando os da proa cos da popa.

  • 42. one2  |  9/Setembro/2008 at 14:56

    Por outra banda, nom concordo com gerardinho em que os -om e -ám nom sejam rendíveis. A mim parece-me igual escrever todo com -ãos que todo com x, os 2 som ũas invençons isolinas, ũas inventadas na galiza e outras em portugal.

  • 43. Gerardinho2000  |  9/Setembro/2008 at 14:58

    #38 Sabiam que existia o português, liam em português, mas não sabiam escrever em português. Por outra parte, viviam na Espanha, e boa parte deles faziam vida social em castelhano ou simultaneavam escrita de galego com castelhano (algo que ainda hoje acontece em boa medida). Também os escritores moldavos usavam a ortografia cirílica (a do russo) em vez de a latina (a do romanês).

  • 44. lurinha  |  9/Setembro/2008 at 15:10

    Os cançõeiros medievais foram descobertos no século XIX.

  • 45. lurinha  |  9/Setembro/2008 at 15:12

    Por certo, senhor alema.
    Prefiro o coelhinho “perripí” a esse militar que come coelho crú.

  • 46. alema  |  9/Setembro/2008 at 15:14

    #42 ladies and gentlemen: agora os portugueses por escribir en portugués son “isolinos” tamén :D permítame que me ría xD
    están vostedes nunha terra de ninguén.
    non os queren aquí, non os queren alí…
    volvan ao galego e déixense de experimentos de absorción! :D

  • 47. alema  |  9/Setembro/2008 at 16:21

    #45 a vida está chea de contrastes… que cacho animal, a que si? (o militar) :D

  • 48. lurinha  |  9/Setembro/2008 at 18:09

    Não vos querem? A quem tem que querer?
    Eu levo tempo com meus blogues e o myspace e não tenho queixa de nada. Os brasucas e portugueses visitam, comentam e perguntam igualinho do que os galegos.
    Também tenho um myspace em espanhol cheio de argentinos, panamenhos,e gente hispano-falante, francesa e demais. O único que não controlo nem papa é o inglês. Que lhe imos fazer!
    Não sei que é essa léria de que não nos querem em ningures.
    Tal vez se refire a que, se escrevo um livro, não vou ter subvenções nem vai ser livro de leitura obrigada nas escolas. Não vai ter tanta repercusão como se for em galego ILG-RAG.
    Pois bem que lho sinto polos que escrevem livros. Eu só escrevim um, mas como é um legado para a minha família, vou-no pagar do meu peto.
    E, os escritores reintegradores, tem que atar os cabos e virar a sotavento. Os ventos estão sujeitos a mudanças e o mundo da muitas voltas.

  • 49. alema  |  9/Setembro/2008 at 18:18

    #48
    Mire, os portugueses, en plena lea normativa para unificar criterios cos brasileiros, estanse resistindo a poñer en práctica tales mudanzas (que se reducen a eliminar algunha letra de grupos cultos e a cambios en acentos circunflexos)… imaxínense cando lles vaian en plan… “miren, a partir de agora quero que se consideren portuguesas ou galegoportuguesas as terminacións en -om, o verbo ‘fijo’, houve e toda esta morea de palabras galegas”. sabe o que lle van responder? vanlles dicir: “vaian tomar por onde se empezan os cestos” (iso pero en portugués).
    e esa frase non a digo eu; póñoa na boca da lusofonía que tanto vostedes adoran e da que tanto queren beber ata rebentar.
    referíame a iso cando dicía que aos reintegratas non os queren en ningures: nin aquí nin alí ;-)

  • 50. lurinha  |  9/Setembro/2008 at 19:00

    Essa informação, em tudo caso, haveria que a contrastar.
    Parece que tem um ligeiro tufo a complexo de inferioridade:
    Como não me vam querer os portugueses, quedo-me aquí, ao abrigo do espanhol, que é o sol que mais quenta.
    E vocês dim que amam o galego?
    Pois há amores que matam.
    A mim tanto me tem se os potugueses e brasileiros tem leias ou não. Eu quero fóra do meu vocabulário acera, carretera,falda, zapatilha e demais. E ando a trabalhar para o conseguir.
    Se algumha vez se estabelece umha norma oficial que garanta a supervivéncia do galego, ficarei encantada de a estudar e seguir. A de agora, não oferece soluções.
    E que os portugueses e brasileiros resolvam seus assuntos de família como quiger.

  • 51. alema  |  9/Setembro/2008 at 19:12

    #50 e dálle co español
    eu non defendo “quedar ao abrigo” de ninguén
    defendo unha vía PROPIA para o galego
    que teña en conta a súa historia, a súa literatura,…
    e claro que hai amores que matan: os reintegracionismo é un claro exemplo

    contraste, contraste… dígalle á lusofonía que admita as palabras galegas nos seus dicionarios, que respecte a nosa forma de conxugar os verbos, que admita oficialmente no portugués as terminacións en -om… xa verá o que lle contestan.

  • 52. Gerardinho2000  |  9/Setembro/2008 at 19:14

    Alema, eu nunca marchei do galego :)))

  • 53. alema  |  9/Setembro/2008 at 19:15

    #52 gerardiiiiiiiihooooo
    volva ao redilllllll :D

  • 54. one2  |  9/Setembro/2008 at 19:25

    #51 primeiro temos que admitir nós que o português é galego e despois já avançaremos no resto.

  • 55. alema  |  9/Setembro/2008 at 19:31

    #54 clara definición de reintegracionismo asimétrico.
    só se “reintegran” os dunha parte… e vostedes din que non hai submisión no reintegracionismo? submisión, non… rendición total.

  • 56. Gerardinho2000  |  9/Setembro/2008 at 20:34

    Estamos caindo ciclicamente nos mesmos discursos. Nós, os reintegratas, que a submissão é do galego oficialista a respeito do castelhano. Alema, que só a há entre o galego reintegracionista e o português. Enfim, posto que não nos pomos de acordo, porque não esperamos ao post de amanhã? É que mais de 50 comentários para andarmos a dizer o de sempre, resulta algo maçador. Venha, proponho para amanhã um post que não vá sobre língua :D

  • 57. lurinha  |  9/Setembro/2008 at 20:41

    Mire. Vou-lhe dizer mais.
    Não me importa muito o que opinem os senhores esses que decidem as oficialidades dos idiomas. Mesmo o que opinem os portugueses, brasileiros e demais de nós. Penso que o galego é a minha língua, que, desde que se descobriu a literatura comum e a história da Galiza deturpada tanto tempo, cada quem tem seu lugar.
    Se, ademais, lhe engadimos essas palavras tão “chuscas” que a você tanto parecem agradar, e, que, para mim degradam, “bueno”,”osiño”,e demais, ainda que eu tamém as diga polas causas já explicadas até o infinito, a cousa já náo há que a pare.
    Penso seguir repartindo apertas, abraços, bicos, beijos, labaçadas ou pancadas indistintamente.
    E que me venham proibir os senhores esses que di vocë ou os seus amigos da RAG ILG.
    Que a gente tamém temos iniciativa e capacidade para fazer o que milhor nos acai.

  • 58. alema  |  9/Setembro/2008 at 20:43

    #57 si, si… a liberdade ante todo! :D ;-)

  • 59. lurinha  |  9/Setembro/2008 at 20:49

    Vaia, ho! Faltaria mais…!
    Chegados a este ponto, é a única cousa que pode ter algo de peso neste debate repetitivo.
    Por certo, cada vez que entro, tenho que ver ao milico esse comendo no coelho.
    Semiologicamente, é muito bom escolhido, mas, ao meu ver, efeitista demais

  • 60. alema  |  9/Setembro/2008 at 20:53

    ñam ñam
    (en reingrata nham nham)

  • 61. lurinha  |  9/Setembro/2008 at 21:04

    Percebe diferença no sabor?

  • 62. alema  |  9/Setembro/2008 at 21:09

    aínda que non o pareza o nham nham pronúnciase lixeiramente distinto en portugal :D

  • 63. lurinha  |  9/Setembro/2008 at 21:11

    O ñ sabe a churros e a porras para almorçar e o nh a marisco da ria e a bacalhau grelhado

  • 64. castelhano  |  9/Setembro/2008 at 22:58

    #1 “Aos supositórios chamava-lhes possitivos de pôr polo curso e dizia que o seu neto Modestinho casara tão novo porque a moça lhe pús na bebida umha aldroga de “Vente conmigo”.

    Insisto: la Lurinha tiene de escrever um livro, seria divertidíssimo, aparte de documento etnológico y filológico.

  • 65. castelhano  |  9/Setembro/2008 at 23:05

    #51
    “contraste, contraste… dígalle á lusofonía que admita as palabras galegas nos seus dicionarios, que respecte a nosa forma de conxugar os verbos, que admita oficialmente no portugués as terminacións en -om… xa verá o que lle contestan.”

    El Alema cae uma y otra vez em um erro moi comum: confundir dialecto com lengua:

    “Some people think of dialects as substandard varieties of a language, spoken only by low-status groups, illustrated by such comments as “he speaks correct English, without a trace of dialect”. Comments of this kind fail to recognize that SE (Standard English) is as much a dialect as any other variety - though a dialect of a special kind, because it is one to which society has given extra prestige. Everyone speaks a dialect -whether urban or rural, standard or non-standard, upper class or lower class.”

    (Crystal, D., 2006, p.790)

    Nadie pide al castelhano standard incluir formas andaluzas, colombianas, etc, etc, como parte de la norma standard; som solo dialectalismos, empleados dentro de sus próprios territórios. Lo mismo com el galhego: sus peculiaridades som património de toda la lusofonia, mas no es necessário incluirlas em la norma standard (solo em la galhega, si existir, como la propuesta por la AGAL)

  • 66. castelhano  |  9/Setembro/2008 at 23:06

    Usar uma norma lusa standard no tiene porque impedir seguir usando los dialectalismos, ni em la escrita, ni em la habla. Vá usted a qualquier ciudad de la Inglatierra y verá como los dialectos aum siguem moi vivos em el dia a dia, sim impedir que usem el standard para comunicaciones formales, orales o escritas. Nadie em Liverpul, por ejemplo, pretende usar la ortografia castelhana por el simples facto de tener um fonema inexistente em el el inglés standard y comum com el espanhol: /j/ Para referir-se a “livro”, los liverpudlianos dizem /buj/ mas escrevem “book”, igual que como los que dizem, /buk/

  • 67. alema  |  9/Setembro/2008 at 23:13

    that’s the problem: when a dialect has so many differences from its alledged ’standard’, it becomes an independent language… can you tell me when a dialect become a language?

    é o problema: cando un dialecto ten tantas diferenzas co seu suposto estándar, convértese nun idioma independente. pode dicirme cando se converte un dialecto nunha lingua?

  • 68. castelhano  |  9/Setembro/2008 at 23:20

    Repare, Alema: El facto que muchas cosas de la versiom portuguesa no las compreenda um galego no quier dezir que el galhego sea uma lengua diferente, simplesmente que los galhegos no tienem la suerte de estar expuestos al português standard, como el resto de la lusofonia.

    Coja usted los habitantes de las favelas de Rio de Janeiro y edúquelos em castelhano y no les deje emplear su lengua mas que para la casa y las situaciones informales …
    Es que alguiem iba dubidar que el “faveleiro” era uma lengua independiente del português?

    Eis la incoerência “oficialista”: sus critérios no som filológicos, mas políticos (y mui espanholistas, por cierto)

  • 69. castelhano  |  9/Setembro/2008 at 23:23

    #67 “can you tell me when a dialect become a language?”

    Yes, I can: “A language is a dialect with an army and a navy” (no se quiem lo dijo)

  • 70. alema  |  9/Setembro/2008 at 23:24

    that’s not very scientific, i think. we don’t have an army but we do have a language

  • 71. alema  |  9/Setembro/2008 at 23:25

    icelandic is a language and iceland has no army :D

  • 72. castelhano  |  9/Setembro/2008 at 23:32

    Es uma questiom de voluntarismo, Alema. El mero facto de que la questiom se plantee es la prueva de que el galhego es parte de la lusofonia. Solo si no se quiere pertenecer a essa comunidad linguística se puede sostener su independéncia. Sólo si se quierem ressaltar las diferências e ignorar o ocultar los rasgos comunes (postura oficialista) se puede justificar la existéncia de la lengua galhega fuera de la lusofonia. Nadie plantea la unidad de la lengua castelhana com la portuguesa, porque no hai um simples hablante de qualquier de estas dos lenguas que lo plantee o mismo lo crea.

    Ahora, piense y reflicta, Alema, quiem se beneficia de la separaciom del galhego de su tronco linguístico? Quiem tiene um vivo interés em que el galhego no sea parte del diasistema português?

  • 73. alema  |  9/Setembro/2008 at 23:36

    #72 eu creo que está enganado; hai xente en españa que cre (pobriños) que o portugués é un dialecto do castelán, e hai portugueses que propugnan a unión ibérica (que horror).

    hai xente para todo.

    para min, que teñamos unha lingua independente pero próxima ao portugués ten unha infinidade de aspectos positivos. un deles: por poñer un exemplo, pertencer cegamente á unidade lusófona dilúe as posibilidades de que se coñezan as nosas variedades lingüísticas alén das nosas fronteiras -> ergo morte do galego.

    que me quere dicir por outro lado? que hai forzas españolistas turrando por que o galego se afaste do portugués? pregúntelle a ferrín, independentista el, e mire que opina…

  • 74. castelhano  |  9/Setembro/2008 at 23:38

    #71
    Icelandia es um país peculiar, a cavalho entre dos continentes en el medio del océano, y no tiene a Noruega “apegada”, sino separada por muchos kilómetros de mar, que haz las veces de “navy”.
    Aparte de esso, si que tiene “army” y “navy”: la de los EEUU, que le conviene moi biem geo-estratégicamente como pais independiente y aliado.

  • 75. alema  |  9/Setembro/2008 at 23:39

    #74 daquela, o islandés é unha variedade do inglés (americano) :D

  • 76. castelhano  |  9/Setembro/2008 at 23:41

    #73
    ” hai portugueses que propugnan a unión ibérica (que horror).”

    Estavamos a hablar de lengua, no de países. Nadie tiene sugerido (que yo saiba) que el português y el castelhano som parte del mismo diasistema y que puedem usar la misma norma standard.

  • 77. castelhano  |  9/Setembro/2008 at 23:44

    #75
    No, no, el islandés simplesmente tiene um primo grande a quiem lhamar si quierem abusar del … mas, el galhego, a quiem va lhamar para defender-se del que le está abusando desde tiempos seculares? Al próprio abusóm?

  • 78. alema  |  9/Setembro/2008 at 23:46

    #74
    “El siguiente ejemplo nos enseña que el portugués no es un dialecto del español, a diferencia de lo que piensa mucha gente . La palabra portuguesa para coche es carro, pero en español carro es el que usamos en el súpermercado cuando vamos a hacer la compra; imagíante que un comprador portugués le pide a un vendedor de coches español el último carro de seat.”

    extraído desta web
    http://www.cursosidiomasextranjero.com/eslprgsorg/portuguese.asp

    como se pode comprobar, hai xente que pensa que o portugués é un dialecto do castelán

  • 79. alema  |  9/Setembro/2008 at 23:49

    #77 o galego necesita do portugués para defenderse do ‘abusón’ castelán… iso é o que quere dicir? :D

    e ao catalán quen o defende? nicolas sarkozy? :D

  • 80. castelhano  |  9/Setembro/2008 at 23:52

    #73
    “para min, que teñamos unha lingua independente pero próxima ao portugués ten unha infinidade de aspectos positivos. un deles: por poñer un exemplo, pertencer cegamente á unidade lusófona dilúe as posibilidades de que se coñezan as nosas variedades lingüísticas alén das nosas fronteiras -> ergo morte do galego.”

    No necessariamente. Com certeza que haveria um riesgo, como lo demuesta el caso del trasmontano, hoi casi desaparecido y susbstituido por el dialecto português standard.
    Mas la Galizia no pertenece a Portugal, por tanto deveria ser mucho mas fácil conservar todas las sus peculiaridades, simplesmente a través de institucionalizar-las y usar-las em los medios de comunicaciom y educaciom. Las peculiaridades brasileiras no estám em peligro, porque el Brasil, como la Galizia, no perteneze a Portugal.

  • 81. castelhano  |  9/Setembro/2008 at 23:55

    #78
    Há mucha gente que piensa que el hombre nunca lhegó a la luna, que el mundo fue creado haze solo unos milenios por Dios …

  • 82. alema  |  9/Setembro/2008 at 23:56

    #80
    gústame que admita que hai un risco…
    eu dígolle que, de adoptar a norma portuguesa, agal ou similares, cre vostede que o insituto camões ou a cplp ou análogos habían promocionar as variedades lingüísticas galegas? non me sexa inxenuo.
    pois para iso quedamos coa nosa lingua independente.
    e que as institucións públicas galegas, tal e como fan agora, promocionen o galego fóra das nosas fronteiras.

    por certo; aproxímase a medianoite, hora de publicación dun post que seguro que NON lle vai gustar :D
    pero está feito con cariño, eh?

  • 83. castelhano  |  9/Setembro/2008 at 23:58

    #79
    1640, la revoluciom de los reinos … estudie história, Alema, estudie história …

    Los catalanes devem estar a reir-se de los povrinhos galhegos, que teniendo a Portugal a lado no sabem jugar essa carta maestra …

  • 84. alema  |  9/Setembro/2008 at 23:58

    #81 vostede dixo: “Nadie plantea la unidad de la lengua castelhana com la portuguesa”
    eu demostreille que non é tal :D

  • 85. alema  |  10/Setembro/2008 at 0:02

    #83 sobre ese aspecto xa me pronunciei neste blog
    http://alema.org/2008/06/02/a-sindrome-do-primocurman-de-zumosol/

    fágolle un resumo: acaso as linguas que non teñen un primo de zumosol ao lado (portugués, neste caso) non teñen dereito a existir, a crecer, a reivindicarse?

  • 86. castelhano  |  10/Setembro/2008 at 0:04

    #73
    “que me quere dicir por outro lado? que hai forzas españolistas turrando por que o galego se afaste do portugués?

    BIIINGOOOOOOOOOOO!!!!!!!

    “pregúntelle a ferrín, independentista el, e mire que opina…”

    Hombre, supongo que el Ferrim no tendria tantas oportunidades de ser nominado para el premio nobel si el galhego no fuera reconocido como lengua independiente …
    Que tal si le pregunta a usted a las editoriales galhegas (Galaxia, Xerais, etc) sobre largar la pressa del mercado galhego que tienem tam biem agarrada? Igual no ibam gustar de editoriales portuguesas a hazer-les la competencia … argumento eminentemente filológico, si senhor!

  • 87. alema  |  10/Setembro/2008 at 0:06

    #86 non tal.
    as editoriais galegas, seguindo a teoría dos reintegracionistas, sairían gañando porque terían máis “mercado”.
    é todo pura contradición! en que quedamos!?

  • 88. castelhano  |  10/Setembro/2008 at 0:08

    #82
    ” … cre vostede que o insituto camões ou a cplp ou análogos habían promocionar as variedades lingüísticas galegas?

    El instituto Camões puede dezir missa, em Portugal … em Galizia, como em Brasil, seriam los galhegos a decidir, y sim tener que pedir permisso a Madrid …

  • 89. castelhano  |  10/Setembro/2008 at 0:10

    #87
    Si, pero igual tendriam mas a perder … quiem quiere riesgo quando el “sistema” funciona?

  • 90. castelhano  |  10/Setembro/2008 at 0:14

    #84

    Donde?!?!?!

  • 91. alema  |  10/Setembro/2008 at 0:16

    #90 díxoo vostede alá polo #72

  • 92. lurinha  |  10/Setembro/2008 at 10:29

    Senhor alema. Vocë entra em contradições continuas:
    O galego, dentro do sistema lusófono tem perigo de morrer, segundo você.
    No sistema seudo-hispano-galinhol, tem umha morte segura em pouco tempo.

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