O galego non é unha lingua europea “de categoría” para a BBC

15/Agosto/2008

A BBC dispón dunha páxina web onde lles mostra aos internautas datos esenciais das linguas faladas en Europa pero o galego non aparece por ningures. Está o castelán, está o catalán, está o euskera (basque) pero… esqueceron o galego, a pesar de ter máis falantes ca o propio éuscaro, o maltés ou o islandés, tamén presentes na lista. O galego non existe, non é lingua europea para a televisión pública británica… Indignante :(

E non se trata de que a BBC sexa reintegrata, porque afortunadamente distingue entre idioma galego e portugués noutra páxina dedicada á árbore xenealóxica das linguas… só que non lle debe de dar ao galego a “categoría” suficiente como para dedicarlle o máis mínimo esforzo.

E tampouco lles supoñía un traballo moi complicado porque cada lingua das que presenta esa páxina só ten unha pequena descrición e unha lista de frases básicas “si”, “non”, “grazas”, “como te chamas?” ou “onde está o cuarto de baño?” coa súa pronuncia. Conclusión: BBC is not Galician friendy.

Bueno, sexa como for, acabo de escribirlles unha carta de queixa. A ver se responden.

I decided to write you because I found highly disappointing that your page about European languages doesn’t include Galician, a language spoken by more than two million people in Galicia, in the north-west corner of Spain.

Remember that Galician is one of the four official languages in Spain, as Spanish, Catalan and Basque, and deserves in my opinion the same space in your web.

You can find more information in English about Galician language here:
http://www.consellodacultura.org/arquivos/cdsg/loia/ficha.php?idioma=2&seccion=5

I am sure that Galician institutions, like the Galician Culture Council, will provide you the same audio samples that you offer for the other languages, and even more information about how to learn it!

Regards,
alema

Artigo gardado en: audiovisual, lingua

35 comentarios Deixa o teu comentario

  • 1. lurinha  |  15/Agosto/2008 at 1:56

    O galego não o esqueceu a BBC.
    Esquecemo-lo os que, a cotío, renegamos do nosso. E tomamos de brincadeira a nossa identidade cultural e a nossa língua-sempre quedaram galegos com esse sotaque tão chusquinho. Algum mesmo de embaixador no Vaticano.Para que matinar em nada mais? Milhor falamos de chistes e cousas intrascendentes e simulamos dar creto a que todo vai bem quando, na realidade, as cousas são bem diferentes. O galinhol a BBC não o tem em conta, e com razão.
    Não queiramos limpar a conciência com a gente de fora. Para que te respeitem, has de te respeitar.
    Se ti não te queres, nem te valoras, nem te das a valer, água de ouriços e palha na albarda.
    Por outra banda, a mim a BBC nem me vai nem me vem. A nossa tradição europeia está ligada a França polo caminho. Só há que ler as formosas canções de amor ou ao lercho do Améric Picaud para ver como nos põe no bico dum abeneiro. Claro que esso foi…Há 700 anos.
    Mais Tarde, Victor Hugo escreviu um romance sobre o “reizinho da Galiza”, traduzido ao galego há uns anos.
    Antes do que os da BBC,
    já Ramom Cabanilhas o sabia:
    “Morre abafada Galiza
    Baixo a pouta castelá”

  • 2. orsinia  |  15/Agosto/2008 at 3:51

    Mimá, mira que se len comentarios rancios aquí, pero o #1 acaba de entrar no top.

  • 3. lurinha  |  15/Agosto/2008 at 10:03

    No top manta?
    Pode ser.
    Diga-me logo qual lhe parece que foi a razão do por que não nos incluirem na listagem essa da BBC, se o sabe.

  • 4. castelhano  |  15/Agosto/2008 at 10:05

    Si la BBC tuvier de hacer um link para cada um de los criolhos que se hablam, entom lhevaria demasiado espacio y aburreceria los sus nautas. Los que si que poderiam quejarse som los valemcianos, cujo dialecto no fue mencionado

  • 5. castelhano  |  15/Agosto/2008 at 10:07

    De todas maneras, alho que yo tambiem voi escrevirles uma carta, para pedir les que abram uma pagina para los criolhos emergentes, tal como lo moldavo, el spanglish o el galhego

  • 6. castelhano  |  15/Agosto/2008 at 10:18

    Rectifico: el moldavo es uma lengua, como el galego, no um criolho como el galhego. La BBC le tiene dedicado uma pagina aparte del rumeno, comfieram ai la grande diferencia que lo separa de la lengua rumena

  • 7. alema  |  15/Agosto/2008 at 10:35

    #3 non nos incluíron porque non protestamos… e sinceramente, non sabe canto me alegra que os comentarios #4 #5 #6 representen só a unha minimísima parte da poboación (tan mínima que é ridícula) porque senón SI QUE iamos aviados.

  • 8. Gerardinho2000  |  15/Agosto/2008 at 10:51

    A BBC ainda deve estar resentida pola malheira da Maria Pita aos ingleses :D

    Brincadeiras à parte, não é algo tão infrequente… Lembro que no livro de Tim Garton-Ash History of the Present) tem na parte final um anexo com diferentes “conflitos nacionais” (entendido em sentido muuui amplo).

    Dentro deles figuram logicamente os do País Basco, a Catalunha, a Bretanha (como se na França tivessem liberdade para fazer nada!!)… mesmo figura algum lugar do que prticamente ouvimos falar (Transnístria e algum que já nem lembro). A Galiza, porém, não parece existir.

    Em qualquer caso, na listagem essa da BBC diz-se que o português se fala em “Portugal, Spain, UK, France, Germany”. Enfim, com este critério em que misturam os fluxos migratórios actuais com a vernaculidade, vai tu saber se também não metem dentro do de “Spain” a Galiza (à parte de Alamedilha ou Olivença :D).

    A BBC, por desgraça, já não é o que foi, polo que o seu critério tampouco nos deveria escandalizar. Pior é que quando as atitudes pejorativas se dão no próprio país.

    Boas férias e boa saúde! :)

  • 9. castelhano  |  15/Agosto/2008 at 11:49

    La BBC tiene uma audiencia global i no tiene por que se preocupar de seudoculturas criolhas localistas o espanholistas que passam el tiempo a olharse em el embligo. Antes que el su galhego ha em el mundo muchas lenguas verdaderas (no imaginadas or artificiadas) com tradiziom y hablantes auténticos a las que dar atenciom, entre las quales el GALEGO, que em la sua pagina web (de la BBC) titulam com el nombre de “Portuguese”
    Usted, Alema, vá a quejarse al site de la radio televisiom espanhola, que es tam lejos como la sua visiom linguistica y cultural le lhevará

  • 10. alema  |  15/Agosto/2008 at 11:56

    #9 afortunadamente, e contrariamente ao que vostede di, a BBC non considera o galego como portugués (e xa está explicado no post). e para crioulo (pero do portugués), o reintegrata :-P

  • 11. castelhano  |  15/Agosto/2008 at 12:08

    Ni la BBC es um foro de filologia (tambiem no de filoloxia). Em el site de la BBC considera el rumeno i el moldavo como lenguas diferentes, mas las frases que presenta de los dos som idénticas (i ni há acento russo para el Moldavo).
    No, Alema, el português no es um criolho, mas lengua oficial em vários países. Que no sea oficial o emplegado em la Galizia no resta mas de lo que unos 3 o 4 milhones de hablantes de um conjunto de casi que 200.

  • 12. alema  |  15/Agosto/2008 at 12:20

    #11 o portugués claro que non é un crioulo… crioulo é o invento ese no que vostedes falan, afastado da lingua que fala a xente que conservou o idioma galego (incluídos practicamente todos os nosos escritores), parecido ao que falabamos na idade media (ningunha lingua moderna actual fala igual agora ca na idade media, salvo o islandés e pouco máis) e parecido, moitas veces de forma patética, ao portugués estándar. ou sexa, un quiero-y-no-puedo que o único que fai é escorrentar a máis e máis xente do idioma (galego), do cal vostedes renegan, renegan, renegan e renegan.. e todo polo vello dito de “burra grande, ande ou non ande” (outro día falarei dos seus famosos 200 millóns de falantes).

  • 13. castelhano  |  15/Agosto/2008 at 13:16

    Los únicos que reniegam som los que misturam i deturpam el galego com el castelhano, como usted, Alema, no los (pocos) que hablam aum el galego em la Galizia, o se esfuerzam em aprender-lo.
    Siga usted com su projecto criolho, que cuemta com um grande apoio institucional i de los galhegos- espanholistas, ya desde los tiempos de la “doma y castraciom de la Galizia”.
    Ora, proclamar qualquier legitimidad sobre la lengua GALEGA, usted o los “oficialistas” (quier decir, espanholistas) es um grande fraude ridículo. Las cosas no acontescem simplesmente por que um las desee, Alema.
    Urbanitas castelhano hablantes em la Galizia no puedem crear mas de lo que um criolho, Alema.

  • 14. alema  |  15/Agosto/2008 at 14:47

    non, os que renegan son os que ven ‘castrapo’ e ‘castelhano’ onde non o hai e buscan fórmulas para que o idioma que falaron os seus pais, os seus avós (e de aí para atrás unhas cantas xeracións) acabe parecéndolles estraño, alleo.

    as cousas non acontecen simplemente porque un as desexa, aí doulle a razón.

    vostedes desexan ferventemente un proxecto que ten un 99,999% de posibilidades de levarse a cabo porque representan só o 0,001% dos galegos (afortunadamente). bonita lingua a súa…

  • 15. castelhano  |  15/Agosto/2008 at 15:37

    No se de donde es que tira usted las sus estatísticas, Alema, mas parece que usted alha um grande comforto i justificaciom em elhas, visto que no encuentra argumentos racionais para defender sus tesis ridículas. Duvido mucho que los galhegos espanholistas criolhos como usted seam el 99.999%.

    Repito: las cosas no sucedem por que um simplesmente las desear. El GALEGO es uma lengua madura e internacional, que supo desenvolverse fuera de su territorio original, ya que la mayor parte del territorio donde nasció fue rapidamente conquistada i colonizada (usted, Alema, siendo um resultado paradigmático de esse processo invasor).

    Todo lo demás, como su GALHEGO, som criolhos i deturpaciones variopintas de la lengua original, que serviram de curiosidad etnológica, mas no de interés para la BBC, com certeza, que preferirá informar sobre lenguas de verdad, como el francés, el italiano o el GALEGO (que elhes lhamam “portuguese”).

  • 16. alema  |  15/Agosto/2008 at 16:35

    #15 dado o panorama que pinta vostede, parece que lle quedan dúas saídas:
    a) emigrar alí onde o galego (segundo di vostede) é lingua “madura” e “internacional”
    b) amargarse para o resto da súa vida porque as miñas teses “ridículas” son compartidas pola maioría dos “conquistados e colonizados” que falamos “en galego deturpado” nesta terra

    eu, claro está, recoméndolle a opción a) ;-)

  • 17. alema  |  15/Agosto/2008 at 17:24

    de todos os xeitos, repito que a BBC si que distingue entre galego e portugués…

    Portuguese Português
    Related languages
    One of the Romance languages, Portuguese is most closely related to the other Ibero-Romance languages: Spanish, Galician and Catalan.

    European speakers
    The 10-million population of Portugal speak Portuguese as their official language.

    Territories
    Portuguese is spoken in Europe in continental Portugal, the Islands of Madeira and the Azores and by large communities in the UK, France and Germany. It is one of the official languages of the European Union. It is also spoken in former colonial territories: Brazil, Angola, Mozambique, Guinea Bissau, Cape Verde and East Timor amongst others.

    fíxese que en “territories” non aparece Spain

  • 18. lurinha  |  15/Agosto/2008 at 20:06

    Senhor alema. Cuido que você trabuca fala com escrita, algo que os isolacionistas galinholes, em geral, fam.
    Que eu defenda as grafias e a escrita do português, não quer dizer para nada que tenha que falar como um portugês de Lisboa ou do Algarve.
    Eu sigo a falar como falavam os meus avós. Só miro ao português porque, na situação de língua deturpada e esmorecente do galego, acredito em que é a única maneira de beber em fonte limpa.
    Mas não penso trocar o meu galego por nemhumha fala de outros. Só pretendo que não seja fagocitado polo castelão.
    É tão difícil de compreender?
    Olhe que vou cansa de volver sempre ao ponto de partida.
    Não falo português. Falo galego. Se resulta que as duas línguas são variantes da mesma, nada na Galiza quando ainda não existia Portugal e evoluida mais tarde em Portugal, que quer que lhe faça eu?
    Que renegue e me passe ao galinhol?
    De momento, não tenho pensado. Se você fica tão contento e seguro de que tem a verdade, Por que abriu logo este espaço para debater algo falso?
    Por que se os que pensamos assim somos o 0;001 % diz você que vai contra-corrente por não ser reintegracionista?
    Penso que tem você muitas contradições.
    E, para que o saiba, eu escrevo não, mas quando falo, soa NON, com n velar ao final.
    E o mesmo com coração, Monção ou contradição.
    Que não me criei em Lisboa, mas na Galiza.
    Que umha cousa é unificar a escrita e recuperar as palávras e outra passar a falar como um de Faro. Que tampouco na minha vila falamos como na Terra Chá ou no Arnoia.
    E a ver se metem estas cousas na cabezinha que se fam pessados com tanto repetir a mesma ladainha e retrucar da mesma maneira.

    Após seis anos trabalhando com andaluces, sei diferenciar o sotaque de Málaga, Cadiz, Granada, Sevilla…São todos diferentes. Eu diria que muito diferentes.
    Mesmo sei distinguir o sotaque chileno do argentino, ou do uruguaio. Também diferentes.
    Quando escuto a Bonga, ou a Mercado Negro, ou a Caetano Veloso, percebo milhor do que a Cesária Évora.
    Os de Barcelona tem um sotaque no seu catalã, diferente a todos os demais.
    Também sei reconhecer um de Lleida, de um de Barna, ou de um de Valéncia.
    Quando ouves falar a diferentes pessoas que pertencem a diferentes comunidades, claro que se percebe muita diferência.
    E que?
    Que vem resultando de tudo esso?
    Vou-lhe contar algo:
    Este dia veu o veterinário vacinar o meu cãozinho e perguntou-me o nome.
    Eu disse:
    Leãozinho.
    O veterinário escreviu no librinho do cão: Leonsiño.
    ele percebiu perfeitamente o que eu disse. Mas escreviu com grafias castelãs. Ve? Assim de facil é compreender.

  • 19. alema  |  15/Agosto/2008 at 21:30

    #18
    que vostede defenda as grafías portuguesas pode implicar
    - asunción de léxico propio portugués fronte ao galego porque o reintegracionismo intenta eliminar todo o que sexa “castrapo” (e xa coñecemos a tendencia dalgúns en ver “castrapo” por todas as partes)
    - empregar grafías inútiles na lingua galega de hoxe en día porque o sons evolucionaron de forma diferente en galego e en castelán
    - dependendo do grao de reintegracionismo que vostede practique, implicaría tamén non cecear, non pronunciar gheada, etc. porque tamén “cheiran” a castrapo
    - renunciar a todo noso legado literario de máis de dous séculos
    …sigo?

    sinceramente, creo que teñen un problema porque ven “castelhano” por todas as partes e buscan desesperadamente beber dunha fonte moi limpiña ela, pero allea.

    e falando de sotaques, nós no galego tamén temos sotaques dabondo. e aposto o que sexa en que vostede ten máis facilidade para entender os seus colegas andaluces ca moitos dos lusófonos polos que vostede tanto ansía. é ou non é? e o grao de comprensión tamén é un factor determinante para unha lingua: que lingua hai na que uns non se entenden cos outros?

  • 20. castelhano  |  15/Agosto/2008 at 22:00

    #16 Desculpe alhá, Alema, mas el que se amarga no es el que se encuentra a si proprio em uma comunidad de grande diversidade cultural extendida por los cinco continentes para se comunicar i compartilhar cultura, si no el que está a mandar cartas a la BBC para pedir por el reconocimiento de um criolho de quatro provincias espanholas que em su proprio pais no puede conseguir

  • 21. lurinha  |  15/Agosto/2008 at 22:06

    É você um muito bom criador de sofismas.
    Lógicamente, se trabalhei com andaluces, diferêncio seus sotaques. Se trabalhar com portugueses, diferenciaria os de eles segundo sua procedência geográfica, mas não é o caso.
    Não sei que reintegracionistas conhece você. Serão muito fanáticos porque eu, amigo, não vou deixar de falar galego mentras viva e tenha alento. Os portugueses, também falam galego:
    galego de Lisboa, de Brasil ou dos Açores.
    Só que, como nós ficamos apartados por razões políticas, agora esse galego passou a se chamar português.
    E tem suas peculiaridades segundo o lugar onde se fale.
    Assim de singelo.
    Obviamente, como nós somos os que ficamos fora da comunidade oficial do galego que seguiu caminho, agora há que caminhar até nos encontrar de novo.
    No linguístico. A política é outra cousa. Ao resto dos “espanhois” sinto-me ligada polas desgraças que nos tocou passar juntos por mor dessa enteléquia chamada “Espanha” que custou a vida a tanta gente ao longo da história dos últimos 600 anos: Guerras fratricidas, purgas,genocídios,e abafamento das liberdades cidadãs é o que representa para mim a Esppppanha de don Jose Mari e dos Jose Maris de todas as épocas.
    Políticamente, a Portugal, não me une nada. Não tenho nada em comum. Já se ocupa Esppanha de que não tenhamos nada em comum com ninguem. Não temos informações de nada do que passa no mundo, agás do futebol e as desgraças, maiormente as meteorológicas

  • 22. lurinha  |  15/Agosto/2008 at 22:08

    “Cacha el bondi y ve a comprar pichingallo para hacer pochoclo.Esta tarde hay quilombo”
    É umha frase muito comum na Argentina.
    Sabe você, acaso o que significa?

  • 23. castelhano  |  15/Agosto/2008 at 22:16

    19#
    Alema, creo que la Lurinha explicó de uma manera excelente el tema, parabienes por esa explicaciom (18#), Lurinha. Ora, si usted aum no lo entiende, entom es que usted tiene problemas al nível de la inteligencia i sentido comum.

    Alema, se lo digo por la tercera vez, aum que dubido que lo va compreender: las cosas no sucedem por que um las desee: GALEGO y medio urbano de la Galizia som simplesmente cosas que no quadram. El GALEGO haz seglos que se dejó de hablar em las ciudades de la Galizia (excepto em pequenhas círculos), ya que es el castelhano el idioma propio de esos medios, idioma em el que usted aprendió a hablar y fue educado.

    Su legitimidad para el GALEGO es nula, Alema, usted está solo qualificado para el criolho galhego

  • 24. alema  |  15/Agosto/2008 at 22:27

    #23 de onde saca que eu fun educado en castelhano? falei moitas veces aquí que son urbanita pero iso non quere dicir que non sexa galegofalante de nacemento.

    e se contamos os reintegratas que foron educados en castelhano… pufff non habería dedos pa contar.

    ah! e o galego tamén sobreviviu no medio urbano :-P como que non!

  • 25. lurinha  |  15/Agosto/2008 at 22:36

    Si, hombre. “En la intimidad”

  • 26. lurinha  |  15/Agosto/2008 at 22:44

    Numha ocasião convidei a umha companheira de Burgos e fui-lhe ensinar a Corunha.
    Entrou numha tenda para mercar um agasalho para seus pais.
    Quando estava a mirar disse: “No. No me convence”
    E dilhe a vendedora:
    “Y luego”?
    “No. Luego tampoco.”
    Nas cidades não adoitavam falar galinhol. Mas bem era espagal.

  • 27. castelhano  |  15/Agosto/2008 at 22:45

    24# Alema, no sea ridículo, por favor. Voi se lo dezir por la quarta (i última) vez. Las cosas no sucedem por que um las desee: GALEGO y medio urbano de la Galizia som simplesmente cosas que no quadram.
    Usted, como la inmensa maioria urbanita de la Galizia, recebió toda su educaziom y referencias culturales a través del castelhano. Ver el Xabarim club no qualifica para ser GALEGO hablante. Si usted es galego hablante de nascimiento, yo soi moldavo.

  • 28. lurinha  |  15/Agosto/2008 at 22:48

    O espagal, quando é a opção escolhida para se expresar a cotío, é mais patético que o galinhol.
    Se o falas quando precisas para te fazer compreender, fixe.
    Mas quando o fas por ansia de te diferenciar dos teus vizinhos, da mais mágoa do que riso

  • 29. castelhano  |  15/Agosto/2008 at 22:53

    24#
    “e se contamos os reintegratas que foron educados en castelhano… pufff non habería dedos pa contar.”

    Precisamente, Alema, por que elhos tienem la humildad (de la que usted careze) para reconocer la pobreza o inexistência del GALEGO em el medio urbano, buscam las suyas fuentes originales no deturpadas, no como usted que, alhende la suya ignorancia, demuestra uma gram arrogancia em la suyas proprias opiniones

  • 30. alema  |  15/Agosto/2008 at 23:03

    #29 humildade precisamente non é algo que a vostede lle sobre precisamente… e algo de moldavo debe de ter tamén.

    lamento informarlle de que coñezo unha gran cantidade de xente que, a pesar de vivir no medio urbano, conservou e conserva o galego… vostede non… porque no seu esquema de branco ou negro (portugués ou castelhano) xa sabemos que é o que observa.

    e logo falan do auto-odio que lles impuxeron historicamente aos galegos…! para auto-odio xa está o de vostedes, que viven unha realidade inexistente e que descualifican e fan de menos a xente porque beben de “fontes deturpadas”. o seu invento non vai a ningures e cada día o teño máis claro.

  • 31. lurinha  |  15/Agosto/2008 at 23:10

    Pois eu, o que tenho mais claro, é que malhar em ferro frio não serve de nada e da muito trabalho.
    Que cada pau aguante sua bandeira e que seja o que tenha que ser.
    Como diziam os meus vizinhos de antes, maktub.

  • 32. castelhano  |  15/Agosto/2008 at 23:29

    30#
    La suya arrogancia es biem patente para todos la leerem em sus opiniones, y em el prorio intuito de este blog: sus argumentos se baseam en porcentages i proclamaziom del oficialismo simplesmente por su maioria em el poder corrupto del país y aceptaziom pasiva o obligada de los galhegos.

    Com certeza que há aum reduzidos círculos urbanos que conservam aum el GALEGO, mas de poco val si no tienem una voluntad de conservar-lo i se aprestam a aceptar todos los catelhanismos que les echem, como los suyos “buenos” i demás influências oficialistas.

    Autodio no es el de los que quierem reencontrar la sua propria identidade, por mucho que los espanholistas se la quieram negar, mas el de los que se quierem inventar um “churro” que sea aceptable a las jerarquias espanholistas, por no atrever-se a encontrar la suya propria identidad i luchar por elha.

  • 33. alema  |  16/Agosto/2008 at 11:45

    #32
    - vive vostede nun país corrupto. repítolle o consello: marche, que non o vai dar “limpado”
    - a palabra “bueno” emprégase tanto no rural como no ámbito urbano
    - autoodio é autoconvercerse e intentarlle facerlle crer aos demais que o que falan é unha merda, o mesmiño que facían os casteláns cando nos cualificaban de “dialecto”

  • 34. castelhano  |  16/Agosto/2008 at 13:07

    Efectivamente, Alema, la palavra “bueno” está mui extendida, uma prueva mas de la existência del criolho galhego-espanhol, tambiém conocido como portunhol para ciertos galegófonos. Criolho del que usted es um grande exponente y defensor.

    Autoodio es el suyo, Alema, que quiere convencer-se de que el su criolho no es tal, sino uma lengua al mismo nível que el GALEGO o el castelhano, ya que no puede auto-aceptarse como lo que realmente es: simple producto de la interferencia del castelhano em la cultura galhega. Es usted el que lo lhama “merda”, no yo. Yo no estoi a hacer um blog i pregar lo que no tiene base racional i zombar de los que no admitem esas incoerências i abusos.

    Su arrogancia es cada vez mas evidente, Alema:
    32# “vive vostede nun país corrupto. repítolle o consello: marche, que non o vai dar “limpado”.

    Usted, los que no pensarem como la corriente oficialista (corrupta i dishonesta) aconselha de dejar el país. No há nada a debatir. Mui demócrata, mui tolerante. Si no gustam, embora.

    Usted no presenta argumentos racionales, por que no los tiene. Usted ofrece el argumento de la maioria por que si, mostra sus porcentages de 99.999% i zomba de los que defiendem la identidad del GALEGO.

    Siga com su projecto “oficialista” de hacer del GALEGO de la Galizia um criolho aceptable para las jerarquias espanholistas. Mas el GALEGO seguirá su proprio curso, alhende de lo que “proclamem” los apóstoles del galhego de las quatro provincias espanholas.

  • 35. alema  |  16/Agosto/2008 at 13:14

    #34 amén

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