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	<title>Comentarios en: Xabarín prós xoves (se isto é tolerado&#8230; por que non &#8220;bueno&#8221;?)</title>
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	<link>http://alema.org/2008/06/28/xabarin-pros-xoves-se-isto-e-tolerado-por-que-non-bueno/</link>
	<description>galego, portugués, reintegracionismo, lingua, castelán, español, bueno, urbano, lingüistas, discusión</description>
	<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 02:39:32 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Gerardinho2000</title>
		<link>http://alema.org/2008/06/28/xabarin-pros-xoves-se-isto-e-tolerado-por-que-non-bueno/#comment-203</link>
		<dc:creator>Gerardinho2000</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 20:25:53 +0000</pubDate>
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		<description>Por certo, acho que é bom matizar: quando falo da militância da RAG, ILG, AGAL, cometo o imperdoável erro de, ao generalizar, inçar as siglas de conotações que apenas pertencem aos seus membros individuais. É claro que o ILG "não milita", como tampouco a RAG ou a AGAL, somente os seus membros.

Pode parecer uma apreciação banal, mas nos tempos de hoje mais vale previr do que lamentar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por certo, acho que é bom matizar: quando falo da militância da RAG, ILG, AGAL, cometo o imperdoável erro de, ao generalizar, inçar as siglas de conotações que apenas pertencem aos seus membros individuais. É claro que o ILG &#8220;não milita&#8221;, como tampouco a RAG ou a AGAL, somente os seus membros.</p>
<p>Pode parecer uma apreciação banal, mas nos tempos de hoje mais vale previr do que lamentar.</p>
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		<title>Por: Gerardinho2000</title>
		<link>http://alema.org/2008/06/28/xabarin-pros-xoves-se-isto-e-tolerado-por-que-non-bueno/#comment-202</link>
		<dc:creator>Gerardinho2000</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 20:24:21 +0000</pubDate>
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		<description>- com regional falei da Galiza e também do Brasil, note-se ;)
- a diluição dos "particularismos" será cousa dos falantes... polo de agora só se diluem sem problemas no castelhano ;) ademais, também a criação de um padrão galego (p.e., o ILG/RAG) levará à progressiva redução das características singulares do galego de muitas regiões
- galego-português e catalão-valenciano são realidades bastante diferentes? como todas, mas dos casos nos quais podemos comparar é o mais próximo (geograficamente) que temos
- não falo da AGAL de agora, falo da AGAL da década de '80 (ou seja, a da primeira época), que nasceu em parte como reacção a que a RAG primou critérios políticos acima dos científicos (p.e., aprovando a norma isolacionista sem a presença dos académicos reintegracionistas, como Carvalho Calero)

Na AGAL de hoje, como na RAG de hoje, há militância política de muito diversos signos, e acho que hoje (mais do que daquela) está mais clara a separação política da linguística. Mais que nada, porque a política, em muitos casos até é afim (sobretudo a da AGAL e do ILG).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>- com regional falei da Galiza e também do Brasil, note-se <img src='http://alema.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> - a diluição dos &#8220;particularismos&#8221; será cousa dos falantes&#8230; polo de agora só se diluem sem problemas no castelhano <img src='http://alema.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> ademais, também a criação de um padrão galego (p.e., o ILG/RAG) levará à progressiva redução das características singulares do galego de muitas regiões<br />
- galego-português e catalão-valenciano são realidades bastante diferentes? como todas, mas dos casos nos quais podemos comparar é o mais próximo (geograficamente) que temos<br />
- não falo da AGAL de agora, falo da AGAL da década de &#8216;80 (ou seja, a da primeira época), que nasceu em parte como reacção a que a RAG primou critérios políticos acima dos científicos (p.e., aprovando a norma isolacionista sem a presença dos académicos reintegracionistas, como Carvalho Calero)</p>
<p>Na AGAL de hoje, como na RAG de hoje, há militância política de muito diversos signos, e acho que hoje (mais do que daquela) está mais clara a separação política da linguística. Mais que nada, porque a política, em muitos casos até é afim (sobretudo a da AGAL e do ILG).</p>
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		<title>Por: alema</title>
		<link>http://alema.org/2008/06/28/xabarin-pros-xoves-se-isto-e-tolerado-por-que-non-bueno/#comment-201</link>
		<dc:creator>alema</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 17:25:05 +0000</pubDate>
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		<description>só unhas cantas cousas...:
- cando os españolistas nos chaman 'rexión' escandalizámonos, se falamos de lingua galego-portuguesa... somos unha rexión e aquí ninguén se alporiza.
- os particularismos galegos acabarían diluíndose tamén cunha integración no sistema lingüístico portugués, simplemente porque non os absorbería... nós asumiriamos pero eles non asumirían nada ou case nada (polo tanto, non paga a pena o troco).
- non se pode comparar galego e portugués con catalán e valenciano porque son realidades bastante diferentes
- no momento no que paras a observar a militancia política de insignes membros da RAG, caes na trampa de mesturar política e lingua. e logo a maioría dos que están en AGAL son 'hermanitas de la caridá' sen ningunha militancia política?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>só unhas cantas cousas&#8230;:<br />
- cando os españolistas nos chaman &#8216;rexión&#8217; escandalizámonos, se falamos de lingua galego-portuguesa&#8230; somos unha rexión e aquí ninguén se alporiza.<br />
- os particularismos galegos acabarían diluíndose tamén cunha integración no sistema lingüístico portugués, simplemente porque non os absorbería&#8230; nós asumiriamos pero eles non asumirían nada ou case nada (polo tanto, non paga a pena o troco).<br />
- non se pode comparar galego e portugués con catalán e valenciano porque son realidades bastante diferentes<br />
- no momento no que paras a observar a militancia política de insignes membros da RAG, caes na trampa de mesturar política e lingua. e logo a maioría dos que están en AGAL son &#8216;hermanitas de la caridá&#8217; sen ningunha militancia política?</p>
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		<title>Por: Gerardinho2000</title>
		<link>http://alema.org/2008/06/28/xabarin-pros-xoves-se-isto-e-tolerado-por-que-non-bueno/#comment-200</link>
		<dc:creator>Gerardinho2000</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 15:51:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://alemamalo.wordpress.com/?p=91#comment-200</guid>
		<description>Homem, entendo "séria" como coerente. Desde logo é muito mais coerente, na minha modesta opinião, do que a proposta ILG/RAG. A AGAL defende abertamente uma linha de aproximação com a variante internacional do galego, mas ao tempo defende a preservação dos particularismos galegos.

Neste sentido, muito se tem debatido no entorno da instituição sobre até que ponto esses particularismos podem ser acolhidos na actual norma internacional e quais precisariam de um tratamento diferenciado. A partir daí, feitas as propostas, as escolhas são cousa de cada quem.

Em resumo, acho que com a AGAL se pode concordar ou discrepar das soluções propostas, mas todas vão no mesmo caminho: exibir o galego como parte do diassistema luso-afro-brasileiro-etc., e preservar as particularidades da nossa modalidade regional de galego-português (igual que fazem, por exemplo, os brasileiros com a sua).

Dito isto, haverá quem pense que a terminação "-om" pode colher graficamente sob o "-ão" (e haverá quem não o ache assim) ou que a forma "umha" bem podia grafar-se igualmente como "uma" (a fim de contas, "uma" teve múltiplas grafias na nossa língua e regista muitas pronúncias diversas hoje em dia), e assim por diante. Mas ninguém poderá acusar a AGAL de primar deliberadamente umas formas ou outras para se distanciar do português... ou da(s) variante(s) galaica do galego-português (aí muito se auto-enganam os anti-lusistas).

Em termos linguísticos, filológicos, a AGAL propõe uma norma que afasta mais o "galego" do "português" do que faz a norma &lt;i&gt;blavera&lt;/i&gt; afastando o "valenciano" do "catalão". Muito mais. Porém, a AGAL propugna que se trata do mesmo idioma (com duas ou até três grafias diferentes), enquanto os &lt;i&gt;blavers&lt;/i&gt; dizem que são idiomas distintos e que o catalão é um idioma "estrangeiro" (critérios políticos, não linguísticos, pois).

Na história da filologia galega temos visto, para desgraça da nossa língua, como se têm primado os critérios políticos sobre os científicos. A necessidade de construir a "NACIÓN" (galega) acabou atopando aliados entre os defensores da necessidade de preservar a "NACIÓN" (castelhano-espanhola), en detrimento dos que primeiro defendiam a "NAZÓN" (galega), logo a "NAÇÓM" (também galega), mais adiante a "NAÇOM" e actualmente, em muitos sectores, a "NAÇÃO" (novamente, galega).

Para confirmar a validez deste argumento baste com observar a militância política (nacional galega ou nacional espanhola) de insignes membros da Real Academia Galega das décadas de '70 e '80, entre as quais um que acabou sendo delegado do Governo (espanhol) na Galiza.

E como diria Aznar, "vaya rollo que he &lt;i&gt;soltao&lt;/i&gt;".</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Homem, entendo &#8220;séria&#8221; como coerente. Desde logo é muito mais coerente, na minha modesta opinião, do que a proposta ILG/RAG. A AGAL defende abertamente uma linha de aproximação com a variante internacional do galego, mas ao tempo defende a preservação dos particularismos galegos.</p>
<p>Neste sentido, muito se tem debatido no entorno da instituição sobre até que ponto esses particularismos podem ser acolhidos na actual norma internacional e quais precisariam de um tratamento diferenciado. A partir daí, feitas as propostas, as escolhas são cousa de cada quem.</p>
<p>Em resumo, acho que com a AGAL se pode concordar ou discrepar das soluções propostas, mas todas vão no mesmo caminho: exibir o galego como parte do diassistema luso-afro-brasileiro-etc., e preservar as particularidades da nossa modalidade regional de galego-português (igual que fazem, por exemplo, os brasileiros com a sua).</p>
<p>Dito isto, haverá quem pense que a terminação &#8220;-om&#8221; pode colher graficamente sob o &#8220;-ão&#8221; (e haverá quem não o ache assim) ou que a forma &#8220;umha&#8221; bem podia grafar-se igualmente como &#8220;uma&#8221; (a fim de contas, &#8220;uma&#8221; teve múltiplas grafias na nossa língua e regista muitas pronúncias diversas hoje em dia), e assim por diante. Mas ninguém poderá acusar a AGAL de primar deliberadamente umas formas ou outras para se distanciar do português&#8230; ou da(s) variante(s) galaica do galego-português (aí muito se auto-enganam os anti-lusistas).</p>
<p>Em termos linguísticos, filológicos, a AGAL propõe uma norma que afasta mais o &#8220;galego&#8221; do &#8220;português&#8221; do que faz a norma <i>blavera</i> afastando o &#8220;valenciano&#8221; do &#8220;catalão&#8221;. Muito mais. Porém, a AGAL propugna que se trata do mesmo idioma (com duas ou até três grafias diferentes), enquanto os <i>blavers</i> dizem que são idiomas distintos e que o catalão é um idioma &#8220;estrangeiro&#8221; (critérios políticos, não linguísticos, pois).</p>
<p>Na história da filologia galega temos visto, para desgraça da nossa língua, como se têm primado os critérios políticos sobre os científicos. A necessidade de construir a &#8220;NACIÓN&#8221; (galega) acabou atopando aliados entre os defensores da necessidade de preservar a &#8220;NACIÓN&#8221; (castelhano-espanhola), en detrimento dos que primeiro defendiam a &#8220;NAZÓN&#8221; (galega), logo a &#8220;NAÇÓM&#8221; (também galega), mais adiante a &#8220;NAÇOM&#8221; e actualmente, em muitos sectores, a &#8220;NAÇÃO&#8221; (novamente, galega).</p>
<p>Para confirmar a validez deste argumento baste com observar a militância política (nacional galega ou nacional espanhola) de insignes membros da Real Academia Galega das décadas de &#8216;70 e &#8216;80, entre as quais um que acabou sendo delegado do Governo (espanhol) na Galiza.</p>
<p>E como diria Aznar, &#8220;vaya rollo que he <i>soltao</i>&#8220;.</p>
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		<title>Por: alema</title>
		<link>http://alema.org/2008/06/28/xabarin-pros-xoves-se-isto-e-tolerado-por-que-non-bueno/#comment-199</link>
		<dc:creator>alema</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 09:02:46 +0000</pubDate>
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		<description>collendo a túa última frase, gerardinho...
a norma AGAL non é unha codificación pouco seria? (os lusistas dela din que é 'portunhol 2'...) :-)

hei de dicir, de todos os xeitos, que non concordo con este amplo e confuso abano de posibilidades que por veces nos ofrece a RAG</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>collendo a túa última frase, gerardinho&#8230;<br />
a norma AGAL non é unha codificación pouco seria? (os lusistas dela din que é &#8216;portunhol 2&#8242;&#8230;) <img src='http://alema.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /><br />
hei de dicir, de todos os xeitos, que non concordo con este amplo e confuso abano de posibilidades que por veces nos ofrece a RAG</p>
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		<title>Por: Gerardinho2000</title>
		<link>http://alema.org/2008/06/28/xabarin-pros-xoves-se-isto-e-tolerado-por-que-non-bueno/#comment-198</link>
		<dc:creator>Gerardinho2000</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 06:23:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://alemamalo.wordpress.com/?p=91#comment-198</guid>
		<description>Tudo isto tem muitas explicações, Alema.

Javali, como todas as palavras de uso frequente, tem muitas formas dialectais, entre elas "javarim" e "javaril". Curiosamente nestes duas dá-se a mesma dicotomia que entre "ril" e "rim" (um órgão do corpo humano que filtra impurezas :P). Por certo, resulta curioso que a etimologista RAG prime a forma "ril" pola etimológica "rim" (do latim 'renes' :p). Antilusismo e aldeanismo pouco dissimulados sob pretextos pseudo-científicos :p

"Prós" e "pra" e outras contracções são aceites... mas para usos literários. A fim de contas, em termos métricos não é o mesmo escrever "para os" (três sílabas) do que "prós" (uma só). É um uso que também vemos em TODA a Lusofonia (Portugal, Brasil, Cabo Verde...). Acontece o mesmo com "co'a" (em gal-ILG-o, "coa"), que vemos sobretudo em canções populares, como a celebérrima &lt;i&gt;As sete mulheres do Minho&lt;/i&gt; («[...]mulheres de grande valor / armadas de fuso e roca / correram c'o regedor [...] Viva a Maria da Fonte / co'as pistolas na mão [...]»).

Por outra parte, é lógico (ou seria) que a RAG aceite "água", a fim de contas é a forma ETIMOLÓGICA (latim "aqua"), ULTRAMAIORITÁRIA na lusofonia, própria de TODO o galego ocidental e com grande presença toponímica (Entre-ambas-Águas, por exemplo, "Entrambasaguas" em galego-"xunteiro").

E o de "xove"... pseudogaleguização do "jovem" de toda a vida, fazendo-lhe perder um -m etimológico como em "mensagem" &#62; * "mensaxe". Pois ala, a "jovem" &#62; * "xove"  e tão campantes! É certo que as formas "novo" e "moço" (segundo os casos) são maioritárias, mas não é menos certo que "jovem", como termo procedente do latim, viva em todas as línguas latinas e com derivados ao uso como "juvenil" ou "juventude" (formas estas aceites, por muito que prolifere a forma "mocidade").

E do resto, mais caralhadas do estilo RAG, pondo dialectalismos e vulgarismos ao mesmo nível de palavras comuns à Lusofonia.

Enfim, para mim isto são mais argumentos para se volver reintegrata... ou passar para uma língua codificada de jeito mais sério, como é o castelhano :P</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo isto tem muitas explicações, Alema.</p>
<p>Javali, como todas as palavras de uso frequente, tem muitas formas dialectais, entre elas &#8220;javarim&#8221; e &#8220;javaril&#8221;. Curiosamente nestes duas dá-se a mesma dicotomia que entre &#8220;ril&#8221; e &#8220;rim&#8221; (um órgão do corpo humano que filtra impurezas :P). Por certo, resulta curioso que a etimologista RAG prime a forma &#8220;ril&#8221; pola etimológica &#8220;rim&#8221; (do latim &#8216;renes&#8217; :p). Antilusismo e aldeanismo pouco dissimulados sob pretextos pseudo-científicos :p</p>
<p>&#8220;Prós&#8221; e &#8220;pra&#8221; e outras contracções são aceites&#8230; mas para usos literários. A fim de contas, em termos métricos não é o mesmo escrever &#8220;para os&#8221; (três sílabas) do que &#8220;prós&#8221; (uma só). É um uso que também vemos em TODA a Lusofonia (Portugal, Brasil, Cabo Verde&#8230;). Acontece o mesmo com &#8220;co&#8217;a&#8221; (em gal-ILG-o, &#8220;coa&#8221;), que vemos sobretudo em canções populares, como a celebérrima <i>As sete mulheres do Minho</i> («[...]mulheres de grande valor / armadas de fuso e roca / correram c&#8217;o regedor [...] Viva a Maria da Fonte / co&#8217;as pistolas na mão [...]»).</p>
<p>Por outra parte, é lógico (ou seria) que a RAG aceite &#8220;água&#8221;, a fim de contas é a forma ETIMOLÓGICA (latim &#8220;aqua&#8221;), ULTRAMAIORITÁRIA na lusofonia, própria de TODO o galego ocidental e com grande presença toponímica (Entre-ambas-Águas, por exemplo, &#8220;Entrambasaguas&#8221; em galego-&#8221;xunteiro&#8221;).</p>
<p>E o de &#8220;xove&#8221;&#8230; pseudogaleguização do &#8220;jovem&#8221; de toda a vida, fazendo-lhe perder um -m etimológico como em &#8220;mensagem&#8221; &gt; * &#8220;mensaxe&#8221;. Pois ala, a &#8220;jovem&#8221; &gt; * &#8220;xove&#8221;  e tão campantes! É certo que as formas &#8220;novo&#8221; e &#8220;moço&#8221; (segundo os casos) são maioritárias, mas não é menos certo que &#8220;jovem&#8221;, como termo procedente do latim, viva em todas as línguas latinas e com derivados ao uso como &#8220;juvenil&#8221; ou &#8220;juventude&#8221; (formas estas aceites, por muito que prolifere a forma &#8220;mocidade&#8221;).</p>
<p>E do resto, mais caralhadas do estilo RAG, pondo dialectalismos e vulgarismos ao mesmo nível de palavras comuns à Lusofonia.</p>
<p>Enfim, para mim isto são mais argumentos para se volver reintegrata&#8230; ou passar para uma língua codificada de jeito mais sério, como é o castelhano <img src='http://alema.org/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /></p>
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